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Como análises de Big Data podem ajudar as Criptomoedas?

Publicado em 5/out/2018 5:00:00

Especialmente na identificação de falsários e diminuindo a corrupção no sistema.

 

Como análises de Big Data podem ajudar as Criptomoedas?

 

Em pouco tempo, se viu surgir no mercado casas de câmbio especializadas em trocar criptomoedas, assim como empresas tradicionais que passaram a aceitar a moeda virtual como pagamento de produtos e serviços.


A nova moeda ganhou mais espaço nos telejornais e mídias não só especializadas, mas também focadas em economia, finanças e política.


Apesar da sua volatilidade e grandes especulações ao seu redor, as criptomoedas se valorizaram absurdamente. Em 2017, Bitcoin, por exemplo – a moeda virtual mais conhecida do mercado -, se valorizou 1.300%. Muito atrás, porém da Ripple 36.018% e da NEM, 29.842%.


Porém, junto ao crescimento do interesse da população mundial pelas criptomoedas, aumentou-se também a ganância de hackers e pessoas com más intenções.


Uma das saídas que especialistas têm encontrado para evitar corrupção no sistema é a utilização do Big Data. A análise de grandes quantidade de dados auxilia a identificar usuários falsos ou perigosos, assim como ajuda a prevenir o roubo das moedas e a prever tendências do setor.

 

1 – Identificação de falsários

Por mais que seja possível de se proteger o anonimato dos usuários que transitam criptomoedas, através da análise profunda dos dados produzidos por blockchain e reconhecimento de padrões de milhares de transações realizadas, os usuários falsos podem ser combatidos.


No Big Data, o blockchain se torna um grande aliado, podendo oferecer informações mais transparentes e certeiras, uma vez que o sistema rejeita qualquer entrada de dados suspeitos ou que não possa verificar. Sendo assim, os padrões de comportamento dos clientes serão mais genuínos.


Indo um pouco mais além, com o blockchain, o relacionamento B2C – de empresas para clientes finais – pode ser intensificada, criando uma relação em que o cliente confia no sistema. Um ponto extremamente positivo para a rede das moedas virtuais.

 

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2 – Segurança Inteligente previne roubos

Quanto mais informação disponível, maiores são as chances de se buscar soluções em segurança. Isso porque é possível acompanhar padrões de ataques e prever movimentos suspeitos, quando existe um monitoramento sistemático.


Segundo o IDC, 90% de todos os dados digitais atuais não são estruturados, ou seja, partem de fontes que não estão em bases de dados tradicionais, tais como vídeos ou imagens, entre outros.


A organização dessas informações por meio do Big Data, entretanto, oferece oportunidade para explorar alguns desses dados por meio das aplicações analíticas para convertê-los em informação útil para a tomada mais rápida e eficiente de decisões.


3 – Previsão de tendências

No sistema de criptomoedas, a oscilação do valor está ligada à demanda do mercado uma vez que o fornecimento de moeda é previsível. Além disso, comerciantes de moedas virtuais tendem a estar no mesmo grupo que usuários de redes sociais, tendo aspectos semelhantes e fáceis de terem seus perfis analisados por Big Data.


Também, a maioria das criptomoedas são negociadas diretamente entre indivíduos e não entre instituições, o que afunila ainda mais a análise do perfil do usuário.


Em resumo, criptomoedas, Big Data e blockchain iniciam novos mercados nunca antes planejados, abrindo brechas também jurídicas, uma vez que nascem novos termos e ativos que não estão definidos nas leis.


Neste sentido, a partir do momento em que o sistema se torna mais transparente, seguro e regulamentado, torna-se também mais atraente para investidores, beneficiando o sistema de criptomoedas como um todo.

 

Categorias: Big Data