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Como as criptomoedas são utilizadas pelo cibercrime?

Publicado em 16/set/2019 5:00:00

As moedas digitais são famosas por sua privacidade e autonomia e por isso têm sido muito adotadas pelas empresas. No entanto, é necessário alguns cuidados com a segurança.

 

Como as criptomoedas são utilizadas pelo cibercrime?

A sociedade está cada vez mais conectada, o número de dispositivos móveis nunca foi tão alto. Isso tem permitido que as empresas se aproveitem do avanço da tecnologia e do crescente volume de dados gerados para aprimorar suas estratégias de vendas e relacionamento com os clientes.

Além disso, diversas inovações e soluções tecnológicas modernas estão surgindo no mercado e tornando-se parte importante da realidade organizacional, impactando todo o ambiente de trabalho.

A partir delas, as organizações passaram a ser capazes de agilizar tarefas, trazer maior flexibilidade para seus colaboradores, aumentar a produtividade e reduzir diversos custos operacionais.

No entanto, junto a todos os benefícios proporcionados pela tecnologia, surgiram novos desafios e potenciais problemas de segurança da informação que precisam ser enfrentados pelas corporações.

O cibercrime tem se modernizado e conseguido fazer cada vez mais vítimas. Uma nova ferramenta que tem sido explorada por hackers é a criptomoeda, como os bitcoins.

Isso tem preocupado muitas empresas que utilizam a moeda virtual para realizar transações importantes. Este é o caso de seus clientes? Você sabe como as criptomoedas podem ser utilizadas pelo cibercrime? Confira o conteúdo a seguir e saiba tudo sobre o assunto. 

 

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Como funcionam as criptomoedas?

Antes de entender como são utilizadas por criminosos, é importante entender bem como funcionam. Como o próprio nome já diz, elas são um tipo de moedas virtuais que podem ser utilizadas em transações onlines de forma autônoma e segura.

Elas não possuem vínculo com instituições financeiras, desse modo não passam por bancos ou outros intermediários quando são transacionadas. Logo, não possuem nenhum tipo de autoridade de regulamentação.

Isso permite que as criptomoedas tenham taxas bem menores e praticamente nenhuma burocracia, o que estimula cada vez mais empresas a utilizarem-na como meio de pagamento para serviços adquiridos pela rede.


Como as criptomoedas são utilizadas pelo cibercrime?

As transações feitas com moedas digitais são públicas, rastreáveis e armazenadas na rede, podendo ser visualizadas por qualquer pessoa que tenha o endereço eletrônico delas.

No entanto, podem ser criadas por qualquer pessoa, sem a necessidade de uma identidade real. Desse modo, apenas o que pode ser rastreado é a carteira digital das transações e não o usuário.

Desse modo, a criptografia do processo dificulta que autoridades sejam capazes de rastrear as possíveis atividades ilícitas envolvendo as criptomoedas, o que leva os cibercriminosos a se aproveitarem da privacidade para utilizar o dinheiro de forma ilegal.

Essa brecha na tecnologia tem incentivado muitas pessoas mal intencionadas a adotarem moedas como o bitcoin para movimentar grandes quantias de forma ilegal, sem se preocupar com averiguação bancária. Isso permite que criminosos “lavem” o dinheiro sujo, trocando as moedas por dinheiro convencional.

Outra forma que hackers têm explorado as criptomoedas é por meio do ataque chamado Cryptojacking. Essa ameaça utiliza o poder de processamento dos computadores das vítimas para fazer a mineração de criptomoedas.

Desse modo, os criminosos assumem o controle de outros usuários, usando-o de forma fraudulenta, conseguindo emitir bitcoins ou outras moedas digitais em troca.

Diante dessa nova realidade de transações financeiras, as empresas precisam redobrar os seus cuidados para garantir que nenhuma ameaça tenha acesso a seus ativos digitais.

Assim como pode ser utilizada pelo mal, a criptomoeda também é capaz de proporcionar muitos benefícios para os negócios. Portanto, o importante é se prevenir, estabelecer processos e políticas de segurança reforçados, além de contar com boas ferramentas e profissionais especializados para dificultar esse tipo de ataque.

 

Categorias: Segurança