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Como combater novas ameaças à cibersegurança?

Publicado em 4/dez/2018 5:00:00

Contar com uma cultura de cibersegurança dentro das empresas é imprescindível para evitar cibercrimes. No entanto, isso pode não ser suficiente para barrar as novas ameaças. 

 

Como combater novas ameaças à cibersegurança?

 

Juntamente com a revolução tecnológica que vem acontecendo nos últimos anos, chegaram também novas e mais eficientes formas de ameaças à cibersegurança.


Com cada vez mais dispositivos, dos mais diferentes tipos, conectados à rede mundial de computadores, o ciberespaço vem se tornando mais perigoso e cheio de novas ameaças.


Elas estão sempre à espreita em cada site que é aberto ou em cada e-mail que é lido. Por isso, estar atento a essas novas ameaças é mais do que uma mera necessidade, sendo uma obrigação para manter a segurança da sua empresa e a dos seus clientes.


Afinal, um único ataque pode trazer sérias consequências e não é fácil lidar com isso. Dentre as inúmeras recentes ameaças, destacamos:

 

Internet das Coisas (IoT) e os Netbots

A internet das coisas chegou revolucionando o mundo da tecnologia e trazendo inúmeros desafios à cibersegurança. Hoje já existem mais de 23 bilhões de dispositivos desse tipo online. E a previsão é que esse número chegue a 73 bilhões em 2025.


Com tantos dispositivos assim, sendo lançados a todo momento, manter todos os usuários e empresas seguros é uma tarefa complicada. Ainda mais com o agravante de uma grande parte desses dispositivos não terem a proteção devida.


Assim, eles se tornam alvos fáceis para cibercriminosos que instalam malwares conhecidos como Netbots e tomam o controle da máquina, transformando-a em um zumbi controlado a distância.


Phishing ataques

Outra nova ameaça à cibersegurança é o phishing. Ele age induzindo um usuário a fornecer seus dados como CPF, número de cartão de crédito e outras informações pessoais.


Geralmente os ataques de phishing acontecem via e-mail, mas o redirecionamento a sites falsos também é muito usado.

Worms

Uma evolução dos vírus antigos, os worms são softwares autônomos que, uma vez dentro de uma máquina, conseguem se replicar por toda a rede sem que um cibercriminoso precise fazer mais nada.

 

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Novas ameaças exigem novas formas de combate

Já está mais do que provado que a forma tradicional de combate à cibercrimes não conseguiu acompanhar a evolução dos ataques e já não consegue mais mitigar as ações criminosas.


Assim, se fazem necessárias novas ferramentas e estratégias que garantam a cibersegurança das empresas, dos usuários e do ciberespaço como um todo. A maioria dos ciberataques, até mesmo os mais modernos, precisam de uma falha humana para que aconteçam. O phishing, por exemplo, necessita que alguém informe os seus dados para se efetivar.


De fato, 84% dos ciberataques acontecem por causa de falhas humanas. Usar senhas fracas, fazer downloads de origem desconhecida, abrir e-mails potencialmente perigosos e deixar dispositivos em lugares inseguros são alguns dos exemplos do que pode facilitar a ocorrência de cibercrimes.


Nesse contexto, uma cultura de cibersegurança dentro, e fora, das empresas é imprescindível.


Conscientizar funcionários e colaboradores, além de exigir o mesmo dos parceiros de negócios, são atitudes que devem ser tomadas pelas empresas para garantir a segurança dos seus próprios dados e dos dos usuários.

 

Além disso, uma ótima forma de incentivar a formação de uma cultura de cibersegurança é incorporando-a na avaliação dos funcionários. Recompensar boas atitudes e punir as más é uma maneira de dar esse incentivo e de disseminar comportamentos seguros entre todas as pessoas.


Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning

No entanto, os esforços humanos não são suficientes no combate aos cibercrimes. Com os milhões de novos dispositivos entrando online todos os anos e os diferentes tipos de ataques que vêm junto com eles, a capacidade humana é superada.


E é aí que a inteligência artificial e o machine learning podem fazer total diferença. Com um enorme poder computacional, eles conseguem analisar todas as possíveis ameaças e filtrá-las, trazendo ao conhecimento humano apenas aquelas que realmente oferecem riscos.


Assim, não se perde tempo analisando milhões de dados, nem vasculhando arquivos, tentando combater uma ameaça que sequer existe. Com isso, os analistas conseguem ser mais produtivos, enquanto as ameaças e ataques diminuem. E apesar de essas serem tecnologias relativamente novas, elas já estão sendo usadas no combate a ciberataques. Hoje, com o poder computacional existente e o gigantesco volume de dados disponíveis, elas estão evoluindo exponencialmente e já fazem parte do dia a dia de todos nós.

 

Todas as vezes em que alguém compra algo online, deposita ou tira dinheiro de um caixa eletrônico, ou até mesmo recebe um e-mail, por exemplo, a inteligência artificial está lá, garantindo proteção e segurança.


A tendência agora é que essa influência cresça ainda mais nos próximos anos. E que, além de combater as ameaças ao ciberespaço, elas passem a prever os ataques antes que eles aconteçam.


Dessa forma, com as novas formas de ataque que surgem a cada momento, a inteligência artificial e o machine learning são multiplicadores de forças imprescindíveis à garantia da cibersegurança das empresas, instituições e a todo o ciberespaço.

Categorias: Segurança