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Como funciona o Plano de Continuidade de Negócios aplicado à TI?

Principalmente diante de momentos críticos, o Plano de Continuidade de Negócios pode ser um otimizador estratégico. No entanto, é essencial entender que sua eficiência está diretamente ligada a qualidade de implementação.



Todo bom dirigente empresarial sabe que a gestão de risco é medida essencial para assegurar estabilidade e segurança, e estruturar alternativas emergenciais diante de situações-problema. O Plano de Continuidade de Negócio (PCN) é um exemplo claro dessa necessidade.

Plano de Continuidade de Negócios, grosso modo, é um conjunto de medidas preventivas criadas para assegurar o funcionamento dos principais serviços de uma organização durante momentos de crises. Uma de suas principais vantagens e diferenciais estratégicos é a aplicação à TI.

Diante da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), entender o funcionamento do PCN se torna ainda mais importante. Acompanhe o artigo e proteja a sua revenda de TI.

Quais os pilares do Plano de Continuidade de Negócios?

Antes de saber como funciona o Plano de Continuidade de Negócios aplicado à TI, é necessário entender os pilares do PCN. Se você quiser entender os fundamentos básicos dessa ferramenta, recomendamos a leitura deste outro material.

Evidentemente, cada empresa terá um plano específico que atenda o seu segmento de atuação, as necessidades dos negócios, as demandas de mercado, as preferências de suas lideranças, e assim por diante. Contudo, todo PCN possui 3 pilares que guiam sua estruturação, são eles:

1. Definir as principais ameaças e riscos que podem afetar o negócio;
2. Conhecer a fundo os impactos dessas ameaças e riscos;
3. Estabelecer as ações e medidas emergenciais que deverão ser adotadas em cada situação prevista.

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Compreendido isso, é importante também entender que o PCN é constituído de 4 níveis de complexidade:

Gerenciamento de Crises

O Plano de Gerenciamento de Crises é usado para acionar ações emergenciais, ao longo de toda crise (antes, durante e depois), por isso os responsáveis por cada medida deverão ser definidos.

Continuidade Operacional

O Plano de Continuidade Operacional é usado para assegurar o funcionamento dos principais fatores que sustentam as atividades da empresa, minimizando os impactos da crise.

Contingência ou Emergência

O Plano de Contingência ou Emergência é usado como última alternativa, quando todas as demais estratégias preventivas tiverem sido insuficientes ou ineficazes.

Recuperação de Desastres

O Plano de Recuperação de Desastres é usado no momento pós-crise, para reestruturar o negócio e permitir que ele volte à sua operação convencional.

Como funciona o Plano de Continuidade de Negócios aplicado à TI?

Crises podem expor fragilidade operacionais e sistemáticas de qualquer organização que não tenha um PCN aplicado à TI.

É preciso saber que, por se tratar de uma área vital para o funcionamento, segurança de dados e sobrevivência de um negócio, a estruturação aplicada à TI é a melhor alternativa para qualquer perfil de negócio.

O setor acaba sendo um dos principais responsável por estruturar esse plano de inteligência emergencial porque considera a minimização de riscos, redução de vulnerabilidades, prevenção dos sistemas de segurança de dados, otimização do fluxo de atividades gerais, diminuição de desperdícios, melhora na velocidade de navegação virtual, intensificação da criptografia de sistemas específicos, e assim por diante.

Considerando esse volume vantagens, podemos citar as 5 principais etapas da implementação do PCN aplicado à TI para ajudar a sua revenda a se organizar. Confira a seguir!

1) Identificação das ameaças
A primeira etapa visa identificar os problemas que os gestores e o departamento de TI podem enfrentar durante o processo, tais como orçamento insuficiente, ausência de uma consciência geral da situação, falta de comprometimento, dentre outros.

2) Análise dos impactos
A segunda etapa visa analisar os maiores impactos que as lideranças organizacionais devem se atentar em situações de continuidade. Neste momento, os serviços de maior importância para o negócio devem ser identificados.

3) Realização de testes
Esta etapa é importante para testar as estratégias traçadas e identificar possíveis falhas e problemas no PCN aplicada à TI. Para otimizar o funcionamento das opções validadas, treinamentos podem ser planejados em toda organização.

4) Definição de medidas preventivas
Outra etapa essencial é a que estabelece controles e medidas preventivas para as principais ameaças identificadas na primeira etapa do processo. Assim, os riscos podem ser controlados e as medidas ganham mais eficiência.

5) Eliminação de dificultadores
Algumas ações prejudicam o processo de recuperação do negócio, e por ocorrerem em uma frequência significativa, elas devem ser identificadas e eliminadas. Exemplos de dificultadores são a falta de backups, conhecimento limitado em TI, PCNs individuais, etc.

Ter uma PCN aplicada à TI é a melhor alternativa de segurança diante de crises e sérios imprevistos. Aplique as etapas abordadas neste post e prepare a sua revenda para qualquer situação.

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