<img height="1" width="1" style="display:none" src="https://www.facebook.com/tr?id=633097343493783&amp;ev=PageView&amp;noscript=1">
canal-comstor-logo
O blog dos negócios de TI.
Comstor Americas
  • Partner Portal
  • 7 benefícios da videoconferência: colaboração e comunicação a favor de bons negócios
  • 14 dicas de marketing para revendas de TI
  • Baixar agora
  • Baixar E-book grátis
  • Partner Portal
  • 7 benefícios da videoconferência: colaboração e comunicação a favor de bons negócios
  • 14 dicas de marketing para revendas de TI
  • Baixar agora
  • Baixar E-book grátis

Como gerenciar riscos sem prejudicar as inovações em TI?

Publicado em 12/jul/2018 5:00:00

O número de ameaças que as empresas precisam controlar aumentou. Uma efetiva administração é fundamental para não perder dados importantes.

 

Como gerenciar riscos sem prejudicar as inovações em TI?

 

O tema não é exatamente novo. Há mais de 10 anos já se falava sobre gerenciamento de riscos em TI. Mas se alguma coisa mudou de lá para cá é a quantidade de ameaças e situações que as empresas devem administrar para não perder dados importantes e não correr riscos desnecessários.


Algumas dessas ameaças não podem ser barradas; no entanto é possível neutralizá-las. Com o uso em larga escada de Software as a Service, tornou-se mais fácil para um funcionário desligado da empresa levar consigo informações estratégicas do negócio, que poderão ser usadas contra o antigo empregador no mercado.


No entanto, também não é possível deixar de usar a tecnologia por uma série de fatores. O mais óbvio é que seria um desserviço para o empreendimento, que seria visto internamente como antiquado e ainda deixaria de usufruir das facilidades que ela traz.


Além disso, a empresa perderia diferenciais e competitividade frente aos concorrentes, além de ver a agilidade da tomada de decisões prejudicada.
A segurança é primordial na garantia das informações gerenciais. É comum que hackers estabeleçam novos meios de invadir redes para realizar práticas criminosas. Assim como a tecnologia avança, ameaças como os malwares estão mais sofisticadas, tudo isso a uma velocidade alarmante.


Por isso é importante criar backups das informações dos servidores. Além disso, para garantir que os dados foram arquivados sem problema, deve-se testar automático e manualmente se os dados e sistemas arquivados estão em segurança.

 

Panorama da Cibersegurança Global: como proteger as redes corporativas de ameaças virtuais?


Gerenciar riscos significa ainda contar com uma ferramenta de monitoramento, de preferência uma que esteja adequada à realidade dos sistemas utilizados. Muitas vezes, quando uma empresa adota novas tecnologias, as medidas de segurança perdem relevância e precisam ser adaptadas ao novo ambiente, que provavelmente apresentará vulnerabilidades diferentes.


Existem meios seguros de garantir que o sistema de prevenção é eficiente. Uma das formas mais simples é justamente interromper por alguns momentos esses serviços, para identificar se haverá notificação sobre os fatos.


Quando o assunto é segurança em TI, todo cuidado é pouco. Relatório recentemente divulgado demonstra que as ameaças continuam crescendo e a maior delas ainda é o roubo de dados por meio de malwares. Apesar de não ser um risco desconhecido, é altamente utilizado por cibercriminosos devido a sua propagação rápida e efetiva.

 


Decisões gerenciais que podem diminuir riscos

 

Algumas das situações necessárias para gerir as ameaças no ambiente de TI podem se tratar mais de decisões da alta cúpula ou dos proprietários dos negócios. Por exemplo, contar com os serviços de auditoria interna ajuda na revisão de contrato e na identificação de falhas ou predisposições dos sistemas à ataques.


Outro risco administrável está na escolha do serviço de Nuvem que irá atender o empreendimento. Antigamente, com o uso de servidores físicos, as empresas podiam escalonar aos poucos, para conseguir ampliar as suas capacidades.


Atualmente, com a Nuvem, pode existir o aprisionamento ao fornecedor. Por isso, o ideal é escolher bem quem irá atender a demanda do negócio. Muitas vezes, o aprisionamento se dá por motivos financeiros. Uma das saídas pode ser trabalhar com dois ou mais fornecedores. Em termos de relacionamento e manutenção pode ser mais dispendioso, mas no fim pode valer à pena.


Alterações de cenário também trazem riscos algumas vezes inesperados. Exemplo recente é a nova política de segurança da internet implementada na União Europeia (UE). O Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) pode vir inclusive a fechar mercados para as empresas que não conseguirem se ajustar ao conjunto de normas.


No caso das empresas que mantém uma relação comercial importante com o bloco, é necessário investir em ferramentas que garantam a adequação ao regulamento.

 

Categorias: Inovações Tecnológicas