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Como Machine Learning pode ser utilizado pelo cibercrime?

Publicado em 31/out/2018 5:00:00

Possibilidades de uso incorreto de tecnologias estão se ampliando.

 

Como Machine Learning pode ser utilizado pelo cibercrime?

 

Cibercriminosos modernos já começaram a preparar seus ataques utilizando ferramentas inteligentes, baseadas em Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (AI) e algoritmos de Machine Learning para falsificar comportamento humanos.


De acordo com uma pesquisa da empresa de segurança Cylance, 60% dos especialistas em segurança cibernética acreditam que até o ano que vem o mercado já verá AI e Aprendizado das Máquinas com mais intensidade nos ataques.


Alguns exemplos de uso indevido dessas tecnologias podem ser vistos nos malwares WannaCry e Nyetya, que invadiram redes em 2017 gerando milhões em prejuízos em redes corporativas.


Outras possibilidades, que antes distantes já são vivenciadas atualmente como ataques com worms, que já são vistos causando grande devastação nas redes desde 2017.


Estes malwares se diferenciam dos demais porque são programados para se propagar sozinhos, sendo que, uma vez intruso, se espalham de forma inteligente e automática buscando outras máquinas vulneráveis dentro de uma mesma rede, sem a necessidade de inspeção humana.


Por meio de Machine Learning, hackers conseguem automatizar a busca de informações e dados pessoas de muitas pessoas ao mesmo tempo para selecionarem as suas vítimas, usando vários métodos de classificação e agrupamento. Quantos mais dados abertos de uma pessoa disponível, maiores são as chances de ser atacada.


Ainda não houve nenhum caso comprovado no mundo, mas outra possibilidade do uso de Aprendizado das Máquinas e Inteligência Artificial por cibercriminosos é a invasão de drones em residências e empresas.
Em época de eleições, a segurança política também fica bem vulnerável com propagação de fake news em toda rede, alterando, inclusive decisões eleitorais.

 

Panorama da Cibersegurança Global: como proteger as redes corporativas de ameaças virtuais?

 


Robôs capazes de iniciarem provocações na rede entre candidatos em uma votação ou mesmo ataques que tiram proveito de análises sobre os comportamentos humanos catalogados. São todas questões que também impactam na segurança de cidadãos.


Enfim, de forma imprópria, Machine Learning e Inteligência Artificial podem ser utilizadas na obtenção de dados de forma não autorizada, na criação de notícias falsas e na disseminação dessas informações através de usuários falsos, que são robôs atuando como exércitos humanos.


Especialistas acreditam que a médio prazo, até 2023, as aplicações maliciosas da AI serão amplamente utilizadas para ataques e defesas e que estarão tão avançadas que não haverá mais interferência humana, sendo uma verdadeira guerra entre máquinas.


Em resumo, os ransomwares estão evoluindo e novos padrões de invasões poderão ser vistos em breve, realizando tarefas que são impraticáveis para humanos, especialmente na questão de alcance.


Os agentes maliciosos podem explorar as vulnerabilidades dos sistemas de Inteligência Artificial implantados pelos defensores, por conhecerem os pontos fracos da tecnologia. Serão ataques especialmente eficazes, bem direcionados e difícil de atribuir.


Com certeza, muito em breve, os ataques com alta tecnologia empregada estarão focados em plataformas de Cloud, ameaçando os dados salvos na Nuvem e em eletrodomésticos, carros e outros objetos que utilizam AI e redes neurais.


É preciso se preparar para um novo cenário e ter em mente que os ataques poderão vir de todas as formas imagináveis. O perigo agora está em qualquer dispositivo de tecnologia ativo.

Categorias: Machine Learning, Segurança