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Como melhorar a capacidade e o desempenho da rede sem fio em três etapas

Publicado em 10/jan/2019 5:00:00

O monitoramento sistemático é a melhor opção para manter a qualidade do sinal Wi-Fi.

 

Como melhorar a capacidade e o desempenho da rede sem fio em três etapas

No mundo corporativo, a mobilidade depende completamente da rede sem fio, assim como todos os dispositivos e máquinas, estão todas praticamente conectadas por Wi-Fi.


Os especialistas em rede precisam garantir que toda a equipe corporativa seja produtiva, atendendo às suas necessidades de comunicação, oferecendo especialmente conexão sem fio de forma confiável, segura e que funcione com máxima eficiência.


Entretanto, sinal de Wi-Fi tende a se comportar de maneira misteriosa, uma vez que depende de inúmeros fatores, como o desempenho do roteador, a qualidade do sinal enviado pela operadora, por questões ambientais e ainda interferências e obstruções.


Qualquer pessoa já passou em algum momento da vida pelo indicador de sinal totalmente cheio para totalmente vazio em questão de segundos. Ou mesmo oscilação de sinal, atrapalhando a navegação.


Para otimizar o desempenho da rede sem fio, três etapas são muito importantes:


1 – Mensurar a demanda e se programar: a empresa precisa mensurar a demanda de sua rede para organizar a contratação dos fornecedores, planejar a distribuição dos roteadores e pensar em toda questão de segurança dos dispositivos.


Conhecer a carga de trabalho, tendo indicadores de consumo médio de rede é o primeiro passo para o planejamento. Em seguida, conhecer as tendências de uso de aplicativos e saber como os usuários navegam pela rede, os horários de pico e as ações que mais consomem dados.


Outro ponto do planejamento é identificar possíveis fontes de interferência potencial do sinal, incluindo sistemas Wi-Fi próximos, obstáculos físicos e outros equipamentos que utilizam radiofrequência. É aconselhável uma varredura básica nesta questão.

 

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2 – Investir em monitoramento operacional: investir em um console de gerenciamento é a grande chave da questão para melhorar as operações e enxergar a rede sem fio por dentro. Estes consoles ajudam a configurar, operar, monitorar e solucionar problemas na rede e servem como fonte de informações que podem ser usadas para avaliar o retorno sobre o investimento das ferramentas que estão contratadas, assim como verificar se os usuários finais estão atingindo o máximo de sua produtividade.


3 – Ter ferramentas específicas para solucionar problemas: com o sinal em dia e com a rede monitorada, é hora de pensar nas correções que precisam ser feitas ao longo da jornada e mesmo solução de problemas pontuais. Quanto menos acontecerem, melhor, mas como é bem difícil ter um sistema funcionando perfeitamente em sua total capacidade, o ideal é ter ferramentas para solução de problemas.

 

Especialistas indicam, por exemplo, um analisador de espectro – para checar constantemente a qualidade do sinal -, relatórios do console de gerenciamento com indicadores comparativos, assim como também outras ferramentas de análise mais modernas e disponíveis no mercado.


Existem algumas empresas que oferecem aplicativos de análise que detectam todas as redes Wi-Fi de determinada região, fornecendo informações detalhadas, como por exemplo, em quais canais operam, quão fortes são os seus sinais e quais métodos de criptografia utilizam.


Conhecer as redes vizinhas pode ser interessante para avaliar os serviços dos provedores, assim como alterar os canais de espectro, caso muitas redes estejam configuradas em uma mesma linha.


Em resumo, o cuidado com a rede Wi-Fi ao longo de toda a sua cadeia é que vai definir a qualidade do sinal na ponta, para o usuário. Se a equipe de TI somente ligar os equipamentos na tomada, fazer uma configuração geral e deixar, aos poucos todo o esquema se deteriora.


O ideal é mesmo manter um monitoramento sistemático e realizar ajustes sempre que necessário, pensando na produtividade dos usuários também em médio e longo prazo.

Categorias: Redes