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Como melhorar a experiência de seu cliente com a Internet das Coisas?

Publicado em 5/jul/2018 5:00:00

Experiências aprimoradas de monitoramento e personalização estão na lista de preferências na relação com produtos conectados.

 

Como melhorar a experiência de seu cliente com a Internet das Coisas?

 

 A quantidade crescente de dispositivos conectados amplia o potencial da Internet das Coisas no sentido de transformar a experiência do consumidor. A aposta das companhias é descobrir as oportunidades onde a IoT pode realmente potencializar essa experiência.


De acordo com um recente relatório divulgado pela Forrester, as pessoas buscam nos dispositivos conectados experiências de monitoramento personalizadas. A atualização desses dispositivos, com novos recursos aprimorados, também é desejada, conforme aponta o documento.


Em outro recorte sobre o tema, dados da Forbes indicam que 70% dos varejistas no Brasil pretendem investir em IoT até 2021 como uma estratégia para conquistar e engajar clientes e converter uma visita em compra efetiva, o que deve impulsionar os negócios e movimentar até 2025, US$ 200 bilhões no setor somente no mercado brasileiro, de acordo com previsão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).


Especialistas do mercado varejista no Brasil comentam, por exemplo, que a IoT tem o potencial de criar um verdadeiro ecossistema de oportunidades por meio da conexão de dispositivos e softwares de forma que os clientes possam interagir, em tempo real, nas lojas físicas e fora delas.

 

A Cisco e a Internet de todas as coisas

 


Um ponto forte destacado é justamente entender nesse caminho expectativas do usuário e poder direcionar, de forma personalizada, com agilidade e precisão, as tendências de compra daquele cliente.


Nesse ambiente, proporcionar a melhor experiência de IoT para seus consumidores é um caminho para empresas se destacarem diante da concorrência.


Assim, as equipes que trabalham diretamente com ações de engajamento devem unir esforços primeiramente aos profissionais de TI a fim de traduzir os dados coletados no mundo físico para plataformas de análise, e, posteriormente, integrarem-se com áreas correlatas como engenharia de produto e marketing, para apresentarem opções personalizadas, ágeis e que alcancem os objetivos desejados pelos clientes nessa jornada.

 


IoT em prática: o que esperam os consumidores?


De forma prática, o relatório da Forrester relata algumas situações onde a IoT pode realmente melhorar a experiência dos consumidores de forma que isso seja um diferencial das empresas.


Uma delas é o monitorar das experiências de forma a ampliar as ofertas da empresa. Os dispositivos conectados oferecem uma série de informações. E os clientes nesse ambiente estão cada vez mais exigentes nesse sentido.


Por exemplo, um cliente que tenha um aplicativo de uma marca pode esperar, com base em pedidos ou suporte anteriormente realizados, que a empresa ofereça soluções antevendo uma demanda, avise-o sobre troca de componentes em determinado produto, com opção para a compra online deste componente, ou mesmo com notificações sobre atualizações naquele produto ou serviço.


Outra forma é ampliar as experiências de personalização numa relação bastante próxima, como por exemplo, indicar melhoria no consumo de energia de produtos eletrônicos com base na frequência de utilização desses mesmos dispositivos pelos usuários.


Ainda com base nas informações coletadas no mundo físico, as empresas podem também ampliar o acesso e as opções de compra de produtos aos seus consumidores, abrindo a possibilidade do pagamento por acesso ao serviço ao invés de cobrá-lo por período.


O consumidor, nesse caso, vai pagar somente pelo o que realmente usar, o que deve resultar em economia para o usuário final e atendê-lo de forma mais satisfatória.


Um exemplo de uso eficiente da Internet das Coisas é o sistema da rede de supermercados americana Kroger. A empresa utiliza sensores digitais nas prateleiras de seus supermercados para reconhecer compradores individuais e oferecer recomendações e preços personalizados por meio de interação via smartphone do comprador em displays digitais no corredor. A tecnologia sabe exatamente a localização de uma pessoa e é capaz de oferecer anúncios e conteúdos personalizados.


Enfim, de nada adianta investir em inúmeras ferramentas tecnológicas que vão dar suporte à Internet das Coisa, se a empresa não souber escolher e analisar os dados corretos que vão realmente gerar informações relevantes para o seu negócio.


E em um segundo momento, como transformar essa avaliação em ações que vão envolver e atingir diretamente a necessidade de seus atuais e futuros clientes.

 

Categorias: Internet das Coisas