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Como os hackers rastreiam seu uso do smartphone através da bateria do dispositivo?

Publicado em 16/dez/2016 5:00:00

Apps que indicam o estado de carga da bateria podem ser usados para rastrear o comportamento online dos usuários.

Como os hackers rastreiam seu uso do smartphone através da bateria do dispositivo?

Imagine ser dono de uma loja online e poder saber qual o nível de bateria do smartphone que o cliente que está navegando na sua página tem. Se a carga estiver completa ou se o celular estiver conectado em uma fonte de energia naquele momento, é possível, por exemplo, oferecer novos produtos, gerar engajamento com outras marcas, entre outras ações para aumentar o tempo de visita do internauta.

 

Se a carga está terminando, é possível, por exemplo, acionar botões para a finalização de uma compra mais rápida para que não haja desistência dos produtos ou mesmo pedir um contato do cliente a tempo, antes que o telefone desligue. Essa seria uma tática ótima para vendedores de e-commerce que atuam em tempo real e pode soar um tanto quanto sinistro e invasivo para o usuário final, que pode estar sendo monitorado sem saber, o que possivelmente acontece com a maioria dos casos.

 

Outra possibilidade, porém, é ser rastreado por hackers que conhecem a rotina do usuário e através do nível de bateria do smartphone e conseguem seguir seus passos. Segundo especialistas em cibersegurança da Norton afirmam que apps para indicar o estado de carga da bateria em smartphones e outros dispositivos móveis como tablets, podem ser usados para rastrear o comportamento online dos usuários.

 

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Isso significa que enquanto um usuário navega pela Internet, dados são combinados e em segundos é criada uma identificação do tipo de arquivo para dispositivos móveis. A boa notícia é que não se sabe exatamente se os proprietários de sites, anunciantes ou empresas descobriram essa possibilidade e já se utilizam desta tática para acompanhar os seus clientes. O que se sabe é que é possível retardar esse monitoramento, que pode ser feito também por hackers, por exemplo.

 

Algumas pesquisas da Universidade de Stanford, nos EUA, apontam que se um hacker conhece a rotina de um usuário, ele consegue rastrear seus movimentos com 90% de precisão através do nível de bateria. A precisão cai para 60% se a rotina do vigiado for desconhecida. Tudo depende da facilidade de um telefone para entrar em contato com uma antena de celular. Isso porque as torres que estão muito distantes do aparelho ou bloqueadas por um prédio fazem o telefone usar mais energia da bateria, buscando sinal da antena.  

 

Algumas dicas da Norton são: fazer download apenas de apps oficiais de lojas, que passam por verificação recorrentes do Google Play ou App Store, já que hackers poderiam desenvolver um aplicativo falso ou puxar dados de outros já instalados para ter acesso à informações sobre o estado da bateria; evitar usar sinal aberto de Wi-Fi em locais não confiáveis, além de verificar a configuração do aplicativo antes de baixar, tendo cuidado com os que requerem configurações desativadas, uma vez que viola a segurança do dispositivo e permite a entrada de hackers.

 

O uso de sinais abertos de Wi-Fi é muito comum, mas quando existem vários dispositivos conectados na mesma rede, eles podem ser invadidos e controlados por computadores. Alguns aplicativos, que são abertos para download para qualquer usuário, permitem, por exemplo, desativar remotamente o Wi-Fi e o Bluetooth de um dispositivo mesmo que ele esteja a metros de distância. Ambas pesquisas apresentadas apontam para o perigo de garantir a qualquer aplicativo acesso irrestrito aos sensores dos smartphones, sendo que questões simples de configuração e cuidados sobre a origem dos apps já resolveriam grande parte do problema.

 

Fontes:

https://webadictos.com/2016/10/18/te-pueden-rastrear-bateria-celular/

https://canaltech.com.br/dica/android/Monitore-a-bateria-do-celular-na-tela-do-computador-com-o-Potential/

http://exame.abril.com.br/tecnologia/espioes-podem-rastrear-seu-celular-pelo-nivel-da-bateria/

Categorias: Segurança, Dispositivos Móveis