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Como preparar seu negócio para se beneficiar com a Inteligência Artificial?

Publicado em 10/mai/2018 5:00:00

Mais que tendência, inteligência artificial é parte do presente e futuro empresarial. Entre as vantagens estão contato assertivo e mais chances de conversão.

 

Como preparar seu negócio para se beneficiar com a Inteligência Artificial?

 

A inteligência artificial (IA) é uma realidade cada vez mais presente em diversos setores da economia mundial. Com o avanço tecnológico, é possível obter melhores diagnósticos médicos, diminuir a criminalidade por meio de reconhecimento facial (o que já ocorre em países como a China) e ainda automatizar processos dentro das empresas, tornando as operações mais competitivas e próximas da expectativa nutrida pelos consumidores.

Apesar do grande potencial, a IA não está muito difundida no Brasil, onde mais de 56% das empresas ainda não estabeleceram a relação entre o uso da tecnologia e a permanência de suas operações no mercado. Segundo estudo divulgado recentemente, com a IA é possível aumentar inclusive os retornos financeiros das organizações.

Ter atitude é fundamental. As empresas perdem diversas oportunidades enquanto apenas observam as movimentações em torno do avanço tecnológico do sistema.

A capacidade de armazenar dados que possam ser utilizados em prol do relacionamento com o cliente, desde que a empresa saiba captá-los e o faça de forma sistêmica, dá capilaridade aos negócios e informações privilegiadas sobre o público-alvo. Sem informações de parâmetro os softwares que interpretam e simulam interações humanas perdem potencial.

Empreendimentos que investem em sistemas do tipo podem inclusive tomar a dianteira dos concorrentes no setor de atuação, além de com isso sair mais facilmente de crises financeiras e aumentar o valor de marca. Pesquisas aponta que houve um crescimento de 4% em apenas cinco anos nas empresas, exclusivamente por conta dos sistemas inteligentes.

Adotar a tecnologia não significa causar grandes rupturas no modelo de negócios implementado. Trata-se, principalmente, de otimizar as operações, de acordo com o grau pretendido pela organização. A exemplo, a inteligência artificial pode ser utilizada como meio de (re)conhecer melhor o cliente; com ela, um e-mail marketing pode ser bem mais assertivo, direcionado para a necessidade de cada grupo consumidor.

 

 

A Cisco e a Internet de todas as coisas

 


O cenário não muda somente a interação com o público. Provoca também uma alteração no modo operante da empresa. A diretoria precisa não somente conhecer a fundo o mercado de atuação. É importante que conheça também, minimamente, a evolução tecnológica que impacta o funcionamento do negócio. O cargo então passa a ser cada vez mais técnico. É uma mudança no paradigma empresarial e um flerte dos diretores e CEOs com a tecnologia.

Ao pensar em IA, é possível que se imagine apenas grandes corporações, o que é um erro. Países como a França incentivam que empresas pequenas, startups e escolas de engenharia sejam desenvolvedoras da tecnologia. É uma forma de não depender exclusivamente de grandes corporações. E se os pequenos podem desenvolver e aumentar os softwares disponíveis, empresas de todos os portes e segmentos podem se beneficiar com seu uso.

A tecnologia funciona muito bem na publicidade de empresas, se os dados sobre os consumidores foram compartilhados dentro da corporação. As empresas são geralmente divididas em departamentos que não conversam entre si e que guardam as informações coletadas a respeito do comportamento dos clientes. Para otimizar o uso da IA é necessário a convergência dos dados, uma ruptura dos modelos de negócios tradicionais.

Além dos departamentos de divulgação e call center, os negócios se beneficiam amplamente ao usar a tecnologia para interagir com o cliente, para definir o melhor canal de contato e ainda ao entregar a informação/produto que ele precisa, de forma estruturada e automática e, ainda, mais barata (a longo prazo) do que somente com interações humanas.

Apesar de ainda incipiente, o uso de sistemas de robôs capazes de analisar milhares de dados em segundos, de conversar e simular interações humanas, deve crescer em 2018. Algumas empresas já destinam verbas para o setor, segundo informações recentes. O crescimento do investimento deve ser cinco vezes maior em 2018, algo em torno de US$ 182,5 milhões. O boom impulsiona o mercado desenvolvedor, o que por sua vez faz a tecnologia cada vez mais acessível.

Categorias: Inteligência Artificial