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Como usar o GDPR como vantagem competitiva?

Publicado em 13/dez/2018 5:00:00

Lei de proteção de dados europeia atinge empresas brasileiras e influencia fortemente a formatação de texto nacional.

 

Como usar o GDPR como vantagem competitiva?

 

A evolução de mecanismos de segurança e controle das informações na internet não são capazes de refrear o cibercrime, que deve gerar prejuízo de cerca de US$ 600 bilhões para a economia mundial em 2018, segundo estudo realizado neste ano pela empresa McAfee em parceria com Center for Strategic and International Studies (CSIS).


No entanto, novas regulamentações já começaram a ser aprovadas ao redor do mundo, caso da General Data Protection Regulation (GDPR), implantada na União Europeia, que impacta positivamente diversos negócios ao redor do globo.


A relação com o cliente, inclusive, tende a se tornar mais duradoura, já que as novas normas trazem mais transparência ao processo por trás do uso de dados e promovem um cuidado maior com o seu bem-estar.


Aprovada em 2016 e instituída legalmente em maio de 2018, a GDPR não está limitada ao território europeu. Qualquer pessoa que tenha a nacionalidade do país, independentemente de onde esteja e da localidade da empresa com quem negocia, é beneficiada por ela.


Tanto é que outro levantamento da McAfee, este de 2017, estima que 48% das empresas brasileiras teriam que ajustar as políticas de privacidade por conta da legislação.

 

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Benefícios às empresas que se adequarem

Fato que favorece o desenvolvimento tecnológico dos empreendimentos. Para se adequar ao texto, pode ser necessário aos empreendimentos a contratação de profissionais especializados em segurança da informação, para que possam desenvolver formas de classificar os dados, a quem pertencem. As informações em duplicidade precisam ainda ser excluídas para evitar problemas futuros.


Automatizar a política de dados é outra recomendação para conter problemas relativos a falhas de sistemas. Ao adotar essa ferramenta, o empresário ganha eficiência no controle, validação e criptografia dos itens armazenados no sistema, por exemplo.


Entre as vantagens de preparar os negócios para atender à legislação europeia é estar à frente da concorrência, que invariavelmente vai precisar estabelecer regras internas para o controle e acesso de dados em 2020, quando entrará em vigor a legislação brasileira para regulamentar o uso das informações pessoais de clientes armazenadas.


O texto enviado para a sanção do presidente Michel Temer foi fortemente inspirado no documento elaborado pelas autoridades europeias. Agora sancionado, embora com alguns vetos, se nada mudar, ele terá de ser adotado em 18 meses a partir de agora.


Com isso, o Brasil passa a ser um dentre os poucos mais de 120 países que estabeleceram regras para evitar vazamento de informações pessoais que envolvem aspectos como etnia, opiniões políticas, orientação sexual e diversas outras.


Penalidades estabelecidas pelo não cumprimento do GDPR

Enquanto as regras nacionais não começam a valer, a GDPR impõe consequências para quem estiver atuando sem a devida adequação. Uma pesquisa realizada por uma companhia londrina de consultoria apurou que cerca de 52% das empresas acreditam que poderão ser multadas por não atender completamente à legislação e os valores estabelecidos são salgados. Podem chegar a € 20 milhões ou 4% do faturamento anual global – o que for maior.


O medo da penalização, no entanto, não deve ser o único incentivo para se preparar corretamente para atender a GDPR. A visão de futuro sobre o empreendimento e a possibilidade de desenvolver os sistemas inteligentes de tecnologia de informação são importantes de diversas maneiras: dificultam o trabalho de criminosos cibernéticos e beneficiam a profissionalização das empresas.


Quando a empresa vai para o ambiente virtual é importante que atue sem fronteiras. Dar ao cliente o melhor serviço e a segurança apropriada destaca a empresa no oceano formado por concorrentes que aumenta dia a dia diante das facilidades proporcionadas pela internet aos negócios.


Porém, depois de iniciar as operações, a empresa precisa continuamente trabalhar para ofertar tudo aquilo que o público-alvo espera e a segurança é, cada vez mais, premissa básica para qualquer atividade dar certo.

Categorias: Segurança