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Dispositivo corporativo ou pessoal. Qual o melhor?

Publicado em 26/jan/2015 5:00:00

Entenda as principais diferenças entre o BYOD e COPE.

150126_MAN_©kristinarütten_DispositivoCorporativoouPessoal_Blog 

O mundo da informática é repleto de siglas. As mais comuns neste momento quando se trata da relação empresa-colaborador ou vice e versa, são BYOD e COPE. A primeira é quando o colaborador utiliza seu dispositivo para fins profissionais; já a segunda é quando a empresa fornece o aparelho que também pode ser utilizado para fins pessoais, também conhecido como "de propriedade da empresa, pessoalmente habilitado". Uma contrária a outra, mas complementares. Neste contexto, as áreas de TI das empresas se questionam: qual o melhor modelo de negócio para ser adotado? Qual vai dar mais retorno à empresa?

Nesse sentido é preciso analisar algumas questões, como por exemplo, a segurança dos dados empresariais, além de produtividade, liberdade de uso e redução na aquisição de aparelhos. Cabe ao setor de TI da empresa analisar qual modelo de negócio será mais viável e rentável, no ponto de vista da empresa em que atuam. No COPE, os dispositivos já são configurados de acordo com a gestão da empresa, para que os aparelhos possam ser utilizados com fins profissionais. Já no BYOD, não há nenhuma configuração especial, pois o setor de TI não tem acesso ao aparelho por se tratar de uso pessoal, em primeiro lugar.

 

BYOD x COPE

À primeira vista BYOD e COPE parecem ser duas modalidades com poucas diferenças, mas não são. Enquanto uma tem como principio o uso profissional o outro tem o uso pessoal como prioridade. No entanto, o COPE é apontado por pesquisadores da área como a alternativa mais gerenciável para o BYOD.

Isso porque, utilizar o dispositivo pessoal para fins profissionais não está ocasionando o efeito esperado. O BYOD traz consigo uma série de preocupações de segurança e gerenciabilidade. Quando os dispositivos móveis não pertencem à empresa, os trabalhadores podem usá-los para o que eles querem e é quase impossível o segmento de TI ter um controle dos acessos dos dados empresariais que também são vistos no dispositivo pessoal. Ou seja, a configuração dos aplicativos, inclusive os de segurança, bem como as suas atualizações são todas sob responsabilidade do usuário.

Já o COPE promete colocar ordem no que diz respeito ao acesso dos dados empresariais por meio de dispositivos móveis. Este modelo oferece às empresas uma nova forma de reconhecer e abraçar a consumerização, dando algum controle de volta a ele, sem privar os utilizadores de dispositivos que os tornem mais produtivos.


Acesso aos dados corporativos

Primeiramente está em jogo o acesso de informações de propriedade da empresa. No modelo COPE, os trabalhadores usam dispositivos emitidos e sancionados pela organização em vez de usar seus próprios dispositivos para o trabalho. Embora essa ideia possa soar como um retrocesso para os dias atuais, com o COPE os funcionários podem usar dispositivos corporativos para tarefas pessoais. Os trabalhadores podem fazer de tudo, como por exemplo, postar textos, acessar redes sociais, ler e-mails pessoais, entre outras atividades utilizando o aparelho da empresa, e o que é melhor, com segurança em cada acesso.

De acordo com a pesquisa feita pela Consumer Electronics Association (2013), as vendas de smartphones e tablets estão aumentando mais rápido do que as de qualquer outros produtos eletrônicos. Muitas organizações têm aceitado os dispositivos eletrônicos e tentando adaptar seu uso de acordo com a empresa. Os responsáveis pela TI das corporações orientam os colaboradores sobre como escolher os dispositivos, aplicativos e serviços que melhor atendam às necessidades pessoais e empresariais. Com isso, algumas empresas têm percebido que seus colaboradores estão mais a vontade com o uso do dispositivo na empresa. No entanto, outras organizações não têm resultados tão satisfatórios com os seus programas de BYOD, por isso, estão incentivando o COPE.

 

Desafios

O modelo COPE visa aliviar algumas preocupações de segurança, tornando mais fácil para a TI da empresa monitorar e proteger os dispositivos, porque eles são de propriedade corporativa, oferecendo ainda muitos dos benefícios do BYOD.

Com o COPE, os colaboradores ainda podem selecionar os dispositivos, serviços e aplicativos que eles querem usar. O modelo COPE também pode ajudar a TI a trabalhar dentro dos parâmetros legais e regulamentares. Por exemplo, alguns países europeus proíbem as empresas de fazer limpeza de dados em dispositivos pessoais; se um funcionário perde um dispositivo, ele nada pode fazer para impedir que dados confidenciais sejam comprometidos. O COPE elimina essa preocupação, pois o dispositivo pertence à organização, por isso tem todo o direito de limpá-lo remotamente, se e quando tal ação torna-se necessária, sem autorização de seu usuário.  

As empresas também podem instalar o software de gestão e matricular os dispositivos em sistemas de gerenciamento mais facilmente sob COPE. Este modelo também coloca as organizações em uma posição melhor para negociar contratos de serviços e comprar dispositivos em grandes quantidades. As empresas podem ainda determinar quais dispositivos, serviços e aplicativos que eles vão apoiar. Embora os programas de BYOD possam fornecer esses tipos de controles em um grau limitado, ele ainda tem dificuldade em impedir os trabalhadores de utilizar os serviços e aplicativos que possam comprometer dispositivos e aplicativos de linha de negócios.

 

7 Dicas para obter sucesso em BYOD

 

Fonte:

http://searchconsumerization.techtarget.com/feature/BYOD-vs-COPE-Why-corporate-device-ownership-could-make-a-comeback

Categorias: BYOD