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Firewall tradicional e Next Generation Firewall: qual a diferença?

Publicado em 20/set/2019 5:00:00

A rede corporativa exige soluções de segurança robustas e avançadas para evitar ameaças modernas. Saiba qual opção é capaz de mantê-la protegida.

 

Firewall tradicional e Next Generation Firewall: qual a diferença?

 

A rede corporativa está cada dia mais complexa, são milhares de novas aplicações e soluções robustas, além de inúmeros dispositivos dos funcionários conectados, exigindo alta disponibilidade para suas conexões. Na mesma velocidade, os cibercriminosos se tornam mais modernos e capazes de driblar os mais reforçados sistemas de proteção.

Nessa nova realidade, o firewall deve ser a primeira linha de defesa contra ataques das empresas. No entanto, as versões tradicionais não conseguem acompanhar a evolução das ameaças, tornando-se incapazes de fornecer a segurança necessária.

É por isso que seus clientes devem investir em novas tecnologias, mais modernas e inteligentes, para enfrentar as novas ameaças. E para que seu canal de TI os ajude com essa questão, preparamos este conteúdo para explicar as diferenças entre um Firewall tradicional e um da próxima geração. Acompanhe!


O que exatamente faz o firewall e por que toda empresa deve ter um?

Firewall é um software utilizado para bloquear os acessos não autorizados em redes privadas. Ele funciona como uma barreira de proteção para evitar cibercriminosos, roubo de informações e a entrada de vírus na rede corporativa.

Por meio de um firewall eficiente, a rede corporativa se torna segura e confiável, permitindo que os sistemas corporativos funcionem sem interrupções. Ele analisa todo o tráfego, funcionando como um filtro de todo o fluxo de dados para manter sua confidencialidade e segurança.

Toda empresa deve investir em um firewall inteligente e robusto, pois ele é o responsável por filtrar e processar todo o tráfego de dados. Assim, caso alguma ameaça tente se infiltrar na rede corporativa, encontrará barreiras reforçadas para impedi-la.

Além disso, esse software separa as redes por setores, tornando mais fácil o armazenamento de dados e garantindo a confidencialidade dos arquivos corporativos.

 

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Firewall tradicional ou Next Generation Firewall: qual a diferença?


Como já citamos anteriormente, os firewalls tradicionais não são capazes de acompanhar a modernização das ameaças existentes atualmente. Graças aos grandes fluxos usando protocolos web, eles não conseguem diferenciar entre aplicações legítimas e ataques.

Para suprir as novas vulnerabilidades e necessidades da redes atuais, o Next Generation Firewall foi criado. Ele representa uma opção avançada e altamente especializada para lidar com ambientes complexos.

O Next Generation Firewall, ou firewall de próxima geração (NGFW) em português, destaca-se pelo profundo controle de aplicações, sendo capaz de acessar todas as camadas do tráfego.

Enquanto isso, o firewall tradicional, conhecido como Unified Threat Management, ou gerenciamento unificado de ameaças em português, é responsável por realizar a centralização de várias funções de segurança com facilidade de gestão e implantação.

Esse tipo de software tradicional une uma série de recursos em uma única solução. Normalmente o firewall UTM é composto por:

  • Firewall,
    Antivírus,
    Controle de acessos à internet,
    Prevenção de intrusões;
    Balanceamento de links da internet;
    VPN (Rede virtual privada);
    Filtro de conteúdo;
    Controle de acesso wireless;
    Relatórios.


Ambos podem trazer benefícios para a segurança de dados corporativos. No entanto, o NGFW é capaz de realizar análises mais profundas. Além disso, ele é mais simples e elimina a necessidade de processos complexos.

Enquanto no UTM, a TI precisa ter conhecimento sobre parâmetros complexos de TCP/IP para lidar com a situação, o NGFW já conta com regras definidas, assim seu uso é mais prático e intuitivo, permitindo uma administração simplificada da plataforma.

Como você pôde perceber, o Next Generation Firewall é uma melhor alternativa para manter a segurança dos fluxos de dados corporativos. Por meio deles, os gestores de TI conseguem ter um maior controle das aplicações e serviços utilizados pelos usuários, aumentando a segurança da rede.

Categorias: Segurança