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Gartner afirma: transformação de Business Intelligence é uma necessidade

A ascensão da economia digital exige das organizações um processo de reconstrução de suas plataformas de BI.

Gartner afirma: transformação de Business Intelligence é uma necessidade

O segmento que oferece inovações constantes também precisa passar por inovações. Para se manter atuante no mercado, algumas medidas devem ser tomadas, entre elas, a transformação do BI, ou Business Intelligence. O BI nada mais é do que a inteligência de negócios, ou mesmo a inteligência empresarial, método que auxilia as empresas a tomar decisões sensatas, tudo mediante dados e informações. Isso porque o BI permite que as empresas transformem dados guardados em informação qualitativa e importante para a decisão de algum investimento ou mudança no planejamento.

Responsáveis pela Gartner, consultoria especializada em TI, afirmam que a BI precisa urgentemente passar por uma transformação, caso contrário, as empresas permanecerão como estão.

 

O motivo para essa mudança de comportamento?

Para a consultoria especializada em TI a resposta é bem simples e objetiva: a ascensão da economia digital exige das organizações um processo de reconstrução de suas plataformas de BI e Analytics. Com isso, os profissionais precisam achar formas de superar a fronteira analítica, dentro de um conceito de TI Bimodal.

Além disso, outros fatores também devem ser levados em consideração para a Gartner ter chegado a essa conclusão. Para a consultoria, a abordagem do Business Intelligence fracassou: “O Excel está por todo lado. A equipe de BI continua não dando resposta”, resume João Tapadinhas, diretor de pesquisas da consultoria, dizendo que isso faz com que usuários das áreas de negócio busquem recursos que atendam às suas demandas, criando zonas de sombra tecnológica dentro das organizações.

Com esse comportamento, os CIOs e outros especialistas da área de TI estão buscando alternativas para fazer com que o BI passe pela transformação que o mercado começa a pedir. Em algumas empresas, o cenário hoje está passando por adaptações. No caso do Excel, por exemplo, os usuários usam todos os recursos que o programa oferece até chegar ao ponto das planilhas e fórmulas que o sistema oferece não terem mais utilidade.

Nessa hora, os responsáveis por esta empresa compram ferramentas como Tableau e Qlik. Para tentar amenizar a situação, é preciso que a BI da empresa passe por uma transformação em todos os sentidos, de investimentos a conhecimentos para oferecer alternativas, afinal, adquirir novas ferramentas não é problema, mas deixa em alerta a capacidade de gerenciar uma dificuldade que antes não era possível aos gestores. O primeiro ponto para isso é criar um ambiente de colaboração. A alternativa para tentar entender a situação é buscar uma abordagem diferente e encontrar uma solução para o cenário. Essa alternativa proporcionará que as empresas possam criar um laboratório de Data Science para analisar as mudanças necessárias.

Segundo Donald Feinberg, vice-presidente de pesquisa da Gartner no Brasil, o mercado de ferramentas está mudando mais rápido que as pessoas esperam. “As opções de DBMS (sistemas de gestão de bancos de dados, na sigla em inglês) crescem rapidamente. Há seis anos, havia seis players e, hoje, no Brasil, já temos Hortonworks e Cloudera atuando e há a expectativa da chegada de vendors de NoSQL, como Mongo”, observa Donald ressaltando que esse comportamento, somado à complexidade da decisão sobre qual caminho seguir, especialmente com o advento da Nuvem e soluções in-memory, começa a se tornar um ambiente cada vez maior de startups vindo mais cedo para cá do que vieram no passado. “As coisas andarão mais rápido mundialmente”, comenta.

Frank Buytendijk, vice-presidente de pesquisas da Gartner, comenta que líderes de TI e de Analytics não devem cair na armadilha de tentar equilibrar exigências opostas, ou de escolher entre elas. “Em ambos os casos, perderão, independentemente da escolha que fizerem ou do equilíbrio que obtiverem. Ao invés disso, eles devem procurar maneiras de abordar ambos os lados do problema por meio de um processo de síntese", afirma Frank.

 

Modelos centralizados X descentralizados

Encontrar o equilíbrio entre eles é uma das preocupações de muitos líderes de TI, segundo a Gartner. Isso porque na maioria das vezes o trabalho é feito por uma única equipe de BI. Essa mesma equipe é responsável pelo armazenamento de dados e por toda integração de informações, além da elaboração de relatórios da organização que são criados para garantir a "única versão da verdade", conduta a qual - de acordo com a consultoria especializada em TI - poderá gerar um gargalo na empresa. O desafio passa a ser uma questão de como permitir uma abordagem descentralizada, mas sem sacrificar a consistência e a integridade das informações.

Para finalizar, a necessidade da transformação de Business Intelligence é importante, já que existem novas oportunidades no setor. Os líderes em TI não medem esforços para proporcionar inovação na área, pois existe a ameaça de que se não houver inovação nas iniciativas de BI o retorno para as empresas será reduzido. Mesmo sabendo que algumas empresas ainda têm um registro de trabalho de BI que dure por mais de três anos sempre haverá a necessidade de relatórios de gestão padrão e informações integradas. Com isso, fica evidente a importância da transformação em Business Intelligence, afinal, para tecnologia o que significa três anos?

 

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Fontes:

http://cio.com.br/tecnologia/2015/06/24/o-bi-tradicional-precisa-mudar-diz-gartner/

http://www.gigatron.com.br/#!business-inteligence/cpy9

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