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Gestão de vulnerabilidades: o que é e como colocar em prática?

Ataques virtuais e preocupações com cibersegurança trazem à tona termos como a gestão de vulnerabilidades e segurança de dados.

É escandaloso o aumento no número de ataques virtuais no ambiente corporativo. Segundo uma pesquisa da Fortinet, o Brasil sofreu mais de 1,6 bilhão de tentativas de ataques cibernéticos no primeiro trimestre do ano, de um total de 9,7 bilhões da América Latina.  

Com isso, a necessidade de proteger a segurança de dados das organizações se torna uma prioridade gerencial. As consequências dessas invasões cibercriminosas já somam trilhões de dólares em todo mundo.

Para reforçar essa vigilância e assegurar a proteção cibernética, CIOs e proprietários de empresas estão buscando otimizar sua gestão de vulnerabilidades. Acompanhe o post e veja, em detalhes, como implantar esse processo de gerenciamento.

O que é gestão de vulnerabilidades?

É fato que nenhuma organização está 100% protegida contra ameaças virtuais, por isso é mais do que necessário adotar soluções que mitiguem risco e reforcem a segurança do negócio.

A gestão de vulnerabilidades é o processo de identificação, análise, classificação e tratamento desses riscos. Com ele, o TI pode corrigir fraquezas, aplicar controles, minimizar impactos, dentre outros, para assegurar a saúde do negócio. 

Desta forma, esse gerenciamento deve ser feito de forma contínua e acompanhada de perto. Todas as mudanças também devem ser comparadas para que o progresso seja mensurado, os riscos controlados e a organização se mantenha protegida.

As 4 principais funções da gestão de vulnerabilidades são:

  • Descoberta: detectar e corrigir erros ou problemas que possam significar algum tipo de risco (segurança, funcionalidade, desempenho, etc.);
  • Relatório: usar o relatório como guia para redefinir as configurações do programa sempre que for necessário e assegurar a sua eficiência;
  • Priorização: priorizar os problemas a serem corrigidos, pelo foco, orçamento, processos, etc. E assim, Implantar mecanismos de segurança e realizar suas atualizações;
  • Resposta: corrigir (eliminar o risco) e mitigar (atenuar as chances de o risco acontecer novamente) os problemas identificados, reforçando a contínua qualidade dos sistemas de segurança.

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Como fazer gestão de vulnerabilidades? 8 passos para você!

Agora que você já sabe o que é gestão de vulnerabilidades, vamos explorar como implantá-lo. 

Veja a seguir algumas estratégias facilitadoras de como colocar em prática a gestão de vulnerabilidades.

1) Mapeie os dados do negócio

Antes de mais nada, é interessante mapear todos os dados importantes da empresa (riscos atrelados, tamanho do negócio, infraestrutura geral, aplicações financeiras, dispositivos empregado, locais de armazenamento de dados, fabricantes dos softwares, versões utilizadas, local de instalação, responsáveis diretos, dentre outros).

2) Estabeleça os responsáveis

A gestão de vulnerabilidades é uma atividade que exige capacitação técnica, por isso a qualidade da mão-de-obra atrelada é fundamental para assegurar a sua eficácia operacional e analítica. O ideal é que uma equipe auxiliar de inteligência em TI seja estruturada para guiar a operação.

3) Identifique todos os riscos

Com os dado mapeados e os responsáveis definidos, é hora de começar a identificar os riscos e suas ramificações. Todos os possíveis problemas, virtuais ou analógicos, devem ser levantados, e suas influências diretas e indiretas devem ser pontuadas.

É importante redobrar o cuidado com softwares que tratam de informações sigilosas, como informações de pessoas e dados financeiros. Isso porque dados sensíveis estão diretamente ligados a estabilidade e sobrevivência estratégica e comercial do negócio.

4) Analise o cenário e defina prioridades

Analise os riscos e estabeleça prioridades para os planos da gestão de vulnerabilidades. É importante que as lideranças dos setores ou operações em risco participem do processo de correção ou mitigação.

Além disso, vale pontuar que os impactos para o cenário macro não podem ser negligenciados em hipótese alguma. 

5)  Produza relatórios

O uso de relatórios é uma tática estratégica para assegurar a mensuração de progresso das operações da gestão de vulnerabilidades. Adotar métricas inteligentes pode facilitar a análise e otimizar a tomada de decisões.

6) Sane as vulnerabilidades

Por fim, a última estratégia que vamos abordar neste post é sanar as vulnerabilidades de forma estruturada. Como problemas podem surgir a qualquer momento e em todo tipo de proporção, estruturar um guia para tratar os riscos é essencial.

Tenha um modelo a ser seguido, uma estimativa de tempo estabelecida, um responsável a quem recorrer, e assim por diante. 

 A evolução tecnológica cobra uma capacitação expressiva e o TI deverá estar preparado para manejar a situação, garantir a segurança cibernética e as condições de desenvolvimento da empresa. Com essas 6 estratégias, o TI pode estruturar uma gestão de vulnerabilidades com mais facilidade e confiança.

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