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Hypervisor: entenda mais sobre a segurança em ambientes virtualizados

Publicado em 24/ago/2018 5:00:00

Conheça esse sistema que tem aumentado cada vez mais a segurança de ambientes na internet e para proteção de dados.

Hypervisor: entenda mais sobre a segurança em ambientes virtualizados

 

A evolução das tecnologias da área de TI fez com que diversas ferramentas da área se tornassem cada vez mais atraentes, e este é o caso da virtualização. Essas e outras máquinas passaram a ser usadas com muito mais frequência e intensidade, o que ajuda na consolidação de servidores e também na redução de valores de custo em hardwares, softwares e programas gestores, aumentando o lucro de muitas companhias.

 

Apesar destas vantagens e de várias outras, muitas questões que abordam pontos importantes como capacidade e segurança ainda vem sendo debatidas. Confira abaixo nosso artigo sobre o tema e descubra mais sobre os aspectos deste setor tão importante.

 

O que é a virtualização?

Podemos definir a virtualização basicamente como a simulação de um hardware ou software que roda em cima de outro software. Esta ideia de ambiente simulado também pode ser chamada de máquina virtual ou VM (virtual machine). É basicamente um programa do círculo computacional que executa outros programas numa máquina real (PC real).

As máquinas virtuais são extremamente benéficas porque permitem que as instituições possam trabalhar com diversos sistemas operacionais sem ter que aumentar o número de equipamentos físicos. Ou seja, elas deixaram todo o serviço de TI mais maleável e portátil do que antes, além de reduzirem eventuais custos de novas aquisições.

Outro ponto interessante que merece ser citado é a grande capacidade de compartilhamento, onde é possível dividir todos os recursos físicos disponíveis com as máquinas virtuais. 

 

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O que é o Hypervisor?

Hypervisor, em poucas palavras, é a camada fina de software que fica entre a camada de hardware e o sistema operacional. Essa camada também é conhecida como monitor de máquina virtual ou VMM (virtual machine monitor), já que é ela que administra e gere a atribuição de valências de hardware numa máquina virtual.

Ela também é responsável pelo controle do acesso ao sistema operacional visitante e deve oferecer recursos que sejam capazes de assegurar a integridade das máquinas utilizando mecanismos como o isolamento, o particionamento e o encapsulamento.


E como é dividida a virtualização?

A virtualização pode ser separada em duas categorias: a virtualização completa e a paravirtualização. No primeiro caso, o VMM é responsável pela simulação de toda a estrutura da máquina física, fazendo com que o trabalho das VM seja feito de maneira isolada. No segundo caso, as VM recebem um hardware idêntico ao real e com isto o sistema pode sofrer mudanças ocasionais com o passar do tempo.

Em outras palavras, durante a virtualização completa o VMM emula um sistema de hardware completo, o que faz com que os sistemas operacionais executem suas tarefas como se não estivessem em um ambiente virtual, logo, a chance de aceitação é maior. Durante a paravirtualização existe a facilidade de adaptação às modificações do sistema operacional devido às semelhanças desta classe com o equipamento real.

Quais os procedimentos mais comuns na hora de proteger uma organização?

O primeiro mecanismo de defesa mais comum adotado pelas empresas é a instalação de interceptores, já que eles interrompem a passagem de qualquer pedido de administração de sistemas dirigidos à infraestrutura virtualizada. Normalmente neste tipo de programa existem administradores com um nível superior de acesso que determinam se as solicitações efetuadas estão de acordo com as políticas daquela companhia.

O segundo mecanismo de defesa mais comum adotado pelas empresas é o firewall. Esta “parede” é configurada de forma que ela só tenha capacidade para conceder privilégios mínimos, além de ter a capacidade de fazer centenas de milhares de análises dentro da MV, identificando o que está instalado ali para usar como base para suas regras.

O terceiro mecanismo de defesa mais comum adotado pelas empresas é a criptografia. Criptografia nada mais é do que a transformação de determinadas informações em códigos que só podem ser decifrados por aqueles que possuem a sua chave. Com esta técnica, acessar dados restritos se torna uma missão muito mais complicada, já que as possibilidades de “resolver” o código geralmente são quase infinitas e podem demorar.

Ainda não há uma conclusão concreta sobre o tamanho dos riscos que essas mudanças oferecem, principalmente em termos de Cloud Computing. Porém, usando esses três meios é possível se proteger. Ainda que os ambientes virtualizados estejam mais propícios aos erros, eles são extremamente úteis e benéficos. Por isso é crucial manter uma equipe de TI bem treinada para que essas formas de combate possam ser aperfeiçoadas e para que seu empreendimento fique o mais guardado possível.

Categorias: Virtualização