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Inovação tecnológica não pode ser inibida pela governança corporativa

Publicado em 3/ago/2015 5:00:00

O diferencial de uma empresa está na forma como oferece produtos que já existem no mercado.

 Inovação tecnológica não pode ser inibida pela governança corporativa

No mundo corporativo, o que diferencia uma empresa da outra é a inovação em seus produtos ou na prestação de serviço que é oferecida ao cliente, seja ele outra empresa ou uma pessoa física. Essa inovação significa que as empresas precisam estar se reinventando constantemente para buscar um diferencial competitivo e formas de agregarem valor aos produtos e serviços que já existem no mercado.

Esse comportamento deve ser constante e apoiado por todos na empresa, sendo que a governança não pode inibir que as inovações aconteçam. Afinal, uma empresa precisar estar inovando sempre para conquistar novos clientes e manter os já conquistados.

A Tecnologia da Informação pode ser ágil ao mesmo tempo em que atende as oportunidades constantes que surgem no mercado. Nesse caso, a TI deve se moldar às diversas dinâmicas que os negócios exigem. Em um contexto como esse, muitos empresários têm visões diferentes. Alguns acreditam no mito de que os processos de gestão de negócios que estão estáveis não precisam de inovação e é exatamente nesse pensamento que mora o perigo: a estagnação. Uma empresa que não pensa em crescimento ou que é inibida pode estar com os dias contatos. Na atualidade, há uma gama enorme de serviços oferecidos e o que faz a diferença é a inovação que cada empresa oferece aos seus clientes.

Mesmo as empresas criadas no passado, onde o cenário de transformação digital não era tão rápido como é hoje, e que já tenham sua cartela de clientes formada, precisam se mexer. Essa é a transformação que vem chegando a todos os segmentos empresariais


O que fazer?

Vários questionamentos podem ser feitos para melhorar o cenário. Entre eles, como promover a inovação em um segmento que cresce em um ritmo avassalador?  Ou como promover inovação sem ser inibido pela governança da empresa? Algumas empresas que surgiram depois da Internet adotaram medidas consideradas isoladas, inicialmente, como aplicáveis apenas a elas, que atuavam no B2C, como a Netflix e não a uma TI corporativa de empresas tradicionais. O tempo passou e com ele vieram as mudanças.

Empresas precisam aproveitar as oportunidades de negócios. As que desenvolvem software, por exemplo, inovaram na produção: antes o prazo de entrega era medido em semanas, meses ou até anos. Agora passaram a adotar a estratégia que pressupõe agilidade e rapidez de resposta.

Sendo assim, a empresa como um todo precisa estar ciente do objetivo de crescer e/ou inovar na área em que atua. Todos os setores devem caminhar juntos, entre eles a governança e a gestão de processos. E independente dos modelos adotados, um setor não pode impedir ou restringir a inovação.

Uma vez que a transformação digital significa reinventar processos, pois são iniciativas que vão inovar o modo como produtos e serviços serão criados, precificados e distribuídos,  esses processos reinventados e digitalizados podem aplicar, de forma conjunta, TI (e as transformações embutidas, como Cloud, Big Data & Analytics e mobilidade) e a Internet das Coisas, de modo a criar novos negócios.

 

Inovações

Na economia digital, o risco de surgir um competidor lateral ou fora de seu setor de indústria cresce significativamente. A indústria automotiva e a de seguros irão colidir. Achou estranha a informação? É apenas um bom exemplo. Isso porque, nos Estados Unidos a seguradora Progressive começou a instalar nos carros segurados por ela equipamentos que monitoram o comportamento do motorista. A informação capturada pelos equipamentos pode ser usada no prêmio do seguro. Como não há como prever quais carros serão segurados pela Progressive, a indústria automotiva começou a embutir mais e mais sensores nos seus carros.

Vamos a mais exemplos: o telefone. Inventado em 1878, precisou de 75 anos para alcançar a marca dos 100 milhões de usuários. O celular levou apenas 16 anos. A Internet, sete anos. O Facebook conseguiu 100 milhões de usuários em quatro anos e o Whatsapp, em três anos e quatro meses destruiu o mercado mundial de SMS e tem mais inovação: as chamadas via aplicativo. O mercado está preparado para mudanças. No entanto, mesmo com todo esse crescimento assustador alguns modelos de governança ainda são rígidos e podem inibir a evolução da TI.

Mas, por outro lado, cabe as organizações de TI criarem plataformas que permitam o desenvolvimento de novos projetos, que se transformarão em possíveis produtos; ambientes para testes; locais para discussões dos especialistas para pensarem juntos em inovações.  Isso porque na era digital toda decisão importante passa pela tecnologia, sendo que em muitos setores ela já não é mais o meio, mas sim a  atividade-fim. Portanto, é necessário rever os atuais modelos de governança, de modo que não sejam uma barreira para a inovação.

 

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Fontes:

http://www.tiespecialistas.com.br/2012/05/inovacao-tecnologica-a-convergencia-dos-negocios-no-mundo-real-e-virtual/

http://cio.com.br/gestao/2015/05/18/a-governanca-nao-pode-inibir-a-inovacao/

Categorias: Segurança, Inovação, Governança