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Internet Industrial das Coisas (IIoT): nova etapa no futuro das indústrias

Publicado em 25/set/2018 5:00:00

Ganhos de eficiência energética e produtiva estão entre os benefícios do emprego das tecnologias no chão de fábrica.

 

Internet Industrial das Coisas (IIoT): nova etapa no futuro das indústrias

 

Já ouviu falar de IIoT, ou Internet Industrial das Coisas? Pois bem, é um novo conceito que tem surgido entre os especialistas que avança um pouco mais nas discussões sobre Indústria 4.0 ou 4ª Revolução Industrial.


O termo define os sensores conectados à Internet das Coisas que são exclusivamente utilizados no setor industrial e que têm se desenvolvido com mais agilidade do que os dispositivos utilizados em residências ou empresas.


É, por exemplo, óculos inteligentes que conectam o montador de uma máquina no chão de fábrica com os manuais do produto, vídeos de treinamento ou mesmo com outras pessoas que estejam em qualquer parte do mundo, que podem ver o que o operador está fazendo na fábrica e passar orientações em tempo real.


O termo IIoT é também aplicado para as máquinas que acumulam informações de seu funcionamento, suas cargas de trabalho, a quantidade de componentes que foram produzidos em determinado período, o funcionamento de seus componentes. Elas ainda são capazes de gerar relatórios para ajudar na previsão de manutenção e outros números que podem ser importantes para o diretor industrial.


Por meio desses dados, é possível estudar a eficiência energética, verificar se uma máquina deve ser realocada em outro ponto da fábrica para que o processo produtivo seja mais eficiente, se está sobrecarregada ou pouco utilizada, entre inúmeras outras possibilidades.


Esses dados são compartilhados com outras máquinas, podendo haver um comparativo e oferecendo uma visão geral de todo o processo fabril ao setor de manutenção e gestores da indústria.

 

Benefícios da IIoT

A IIoT traz vários benefícios para o setor, como por exemplo:


  • - Melhorias no trânsito de dados e informações;
    - Ganho de eficiência em vários processos operacionais;
    - Redução de tempo de realização das tarefas;
    - Redução de custo de produção;
    - Economia com manutenções preditivas;
    - Aprimoramento da segurança do trabalho;
    - Automação dos processos manuais, diminuindo as margens de erros humanos;
    - Melhoria na eficiência energética;
    - Aumento da coleta de dados genuínos que serão utilizados para o planejamento estratégico da indústria;
    - Modificação da estrutura das empresas, exigindo uma gestão mais próxima e alinhada com a visão de futuro.

 

A Cisco e a Internet de todas as coisas

 

Desafios da IIoT

De todas as grandes indústrias que já utilizam Internet Industrial das Coisas todas elas tiveram que passar por um estágio inicial de adaptação das tecnologias que já existiam em suas linhas de produção, como novas ferramentas que foram adequadas às suas necessidades.

 

O primeiro desafio, com certeza, foi a interoperabilidade dessas ferramentas. Os sistemas com diferentes padrões precisaram conversar entre si em algum momento, criando uma linguagem única de comunicação. Uma plataforma de IIoT precisou ser construída para que houvesse essa integração.


O segundo desafio foi a segurança. Como garantir que os dados entre as máquinas não perderiam ou não seriam interceptados ao longo de trajetória de uma máquina para outra, lançando no sistema de avaliação dos gestores informações erradas? Ou como garantir que o sistema está altamente protegido contra sabotagens internas?


Qualquer uma dessas possibilidades em qualquer dos pontos de comunicação entre os sensores conectados pode infectar o sistema como um todo, por isso, as grandes indústrias têm investido na segurança digital com o uso de Computação em Nuvem, Inteligência Artificial, Machine Learning entre outras possibilidades de reforço de suas plataformas.

 

Mercado de IIoT

Apesar do termo estar aparecendo nos noticiários com mais frequência recentemente, o mercado mundial de IIoT movimentou em 2012 cerca de US$ 20 bilhões, de acordo com estudo realizado pela Accenture. Para os próximos 2 anos, a estimativa é que esses investimentos alcancem US$ 500 bilhões.


As indústrias que têm investido nessa tecnologia, com certeza têm retorno sobre o investimento. A Johnson & Johnson, por exemplo, está conseguindo produzir o dobro de determinadas lentes de contato em um terço de espaço utilizado anteriormente.


A partir da conexão entre seus fornecedores e empresas de logística, a marca de artigos esportivos Adidas conseguiu transformar sua fábrica de produção massiva em uma pequena empresa para a produção artesanal de um modelo super personalizado para um determinado cliente final.


O que permitiu essa possibilidade foi a melhoria da visibilidade e colaboração na cadeia de suprimentos, criando a Speedfactory, uma fábrica automatizada, que trabalha em alta velocidade a partir de robotização, que está instalada na Alemanha.


Enfim, as possibilidades são inúmeras, a utilização da IIoT está se alastrando e as indústrias têm estudado a utilização dessas ferramentas para além de serem inovadoras, atuarem de forma mais estratégicas em seus mercados, com custos menores, sendo mais ágeis e atendendo a real demanda de seus clientes.

Categorias: Internet das Coisas