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Por que implantações de RPA falham?

Publicado em 21/mar/2019 5:00:00

Veja casos de grandes empresas que superaram esses motivos e se beneficiam da tecnologia.

 

Quais os motivos para que as implantações de RPA falhem?

 

Uma discussão constante em nosso canal é sobre RPA – a automatização de processos robóticos -, sua vantagens, desafios e benefícios para o aumento de produtividade para negócios de diferentes portes, especialmente pequenas empresas.


Porém, apesar de muitas dicas já oferecidas, muitas consultorias de especialistas e fornecedores envolvidos com esta tecnologia, a implantação ainda pode ser falha.


Conheça agora alguns motivos:
1 - Os fracassos geralmente ocorrem com a automação porque as pessoas não entendem os processos.


2 – Outro motivo é o fato da equipe não aceitar as mudanças organizacionais geradas pela automação.


3 – O gerenciamento de pessoas não ser suficientemente forte para dar suporte às mudanças implantadas pela automação.


4 – As empresas não sabem usufruir corretamente da RPA e automatizam processos sem estudo prévio de viabilidade.


5 – Não são todos os processos que estão aptos a receberem automação em determinado contexto e a falta de uma avaliação pode causar falha de implantação.


6 – Falta de treinamento da equipe para trabalhar com RPA pode desgastar a relação humano – máquina e desestimular o desenvolvimento de novas possibilidades que a automatização oferece.


7 – Não envolver equipe de TI, de segurança e desenvolvedores de aplicativos no processo de implantação pode ser um erro grave, uma vez que essas equipes têm muitas informações e conhecimentos da rede para compartilhar.


8 – Não ter um plano com ações estratégicas para implementar a automatização. Este documento deve conter não somente funções, cronogramas de ações, contatos de fornecedores, mas também táticas que serão empregadas para envolver as equipes.


9 – Plano de governança ativo é também essencial para que a implantação da RPA funcione. Os responsáveis por cada tarefa e o cronograma de entregas são dois pontos que devem constar no documento.


10 – Ter um design do projeto de automação. Sim! Muitas empresas têm pressa demais em colocar os bots para rodar que esquecem de criar uma arquitetura para o modelo operacional.


Casos de sucesso que explicam o sucesso da RPA

 

Grandes empresas jamais investem em uma tecnologia sem antes passar por muita discussão e planejamento. Quando a ação é aprovada, as equipes envolvidas se concentram para que o processo seja feito da forma mais correta possível.


Um dos exemplos é o ANZ Banking Group, da Austrália, que estava com dificuldades em lidar com processos transacionais em períodos sazonais de maiores demandas. Contratava e treinava mão-de-obra para trabalhar durante certo período e depois demitia por não ter como absorver todo o pessoal, gerando altos custos operacionais.


O grupo então inclui 200 robôs nos três meses iniciais de automação, deslocando o capital humano para processos mais estratégicos. O resultado foi de 40% de economia de custo nas operações e uma redução significativa no tempo de resposta para o cliente final. Na área de pagamentos, por exemplo, 2 funcionários passaram a fazer o trabalho que antes era feito por 40.


Outro caso de sucesso do uso de RPA é o da Volvo, fabricante de veículos da Suécia, que incluiu robôs em seus sistemas de faturamento de fornecedores. Ela se tornou capaz de diminuir drasticamente os processos manuais morosos que aumentavam o tempo de resposta, deixavam o processamento de faturas mais lento e causavam atrasos nas entregas dos automóveis.


Toda fatura que antes era validada, registrada, alterada e direcionada manualmente passou a ser otimizada pelos robôs. Os agentes de atendimento não atuam hoje mais no sistema e potencializam seu tempo no relacionamento com o cliente.


Um exemplo de empresa varejista que utiliza RPA é o Shop Direct Group, empresa que atua de forma online e representa multimarcas no Reino Unido. O grupo contratou a automação de processos robóticos para melhorar a gestão interna das operações de e-commerce, como controle de estoque, banco de dados de clientes, logística e gerenciamento de pedidos.

 

Diferente dos outros casos, o Shop Direct criou um centro de excelência interno em que os próprios funcionários treinados desenvolveram e criaram suas próprias automações, facilitando muito a interface do sistema e agilizando todo o processo. O investimento nas ferramentas retornou em 30 dias em decorrência da eliminação de custos de recrutamento e treinamento de funcionários, permitindo seu envolvimento 24h no negócio.


Enfim, RPA é uma tecnologia que quebra alguns paradigmas e realmente movimenta questões organizacionais da empresa. As possibilidades de falhas são muitas, mas os ganhos podem compensar o investimento.

Categorias: Automação