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Por que o futuro da Internet das Coisas é Open Source?

Publicado em 15/out/2018 5:00:00

Porque são os códigos abertos quem vão dar interoperabilidade aos sistemas de sensores.

 

Por que o futuro da Internet das Coisas é Open Source?

 

A ideia por trás do Código Aberto existe há anos, muito antes do movimento em direção ao software de Código Aberto no final dos anos 80 - mesmo antes dos computadores e bem antes das ferramentas de IoT disponíveis hoje no mercado.


O futuro da Internet das Coisas é o Open Source porque é o Código Aberto quem vai ajudar esta tecnologia a se desenvolver e ganhar mais amplitude, acelerando inovações e a adoção da IoT.


Já são conhecidos do mercado os principais obstáculos que inibem que o mercado de IoT cresça mais rápido do que a velocidade atual: em muitos países, a instabilidade das conexões, a falta de banda larga para uma Internet mais rápida que suporte muitos dispositivos conectados.


Também a desconfiança de investidores com a segurança escassa e o custo dos sensores, que ainda estão em processo de ganhar escala para serem mais acessíveis.

 

Outro ponto, porém, é a falta de compatibilidade entre os sensores e neste momento é que entra o Open Source. Cada fornecedor de dispositivo cria um sistema interno para seus produtos funcionarem. Mas o que acontece quando marcas diferentes se misturam em uma rede? É preciso ter milhares de formas personalizadas de colher e armazenar as informações para mais tarde serem analisadas.


Com o Código Aberto, os especialistas conseguem criar uma unificação em suas redes, facilitando e muito a conexão de dispositivos de diferentes fornecedores e incentivando os investidores a buscarem mais soluções em IoT.

 

A Cisco e a Internet de todas as coisas

 

Outra utilização de Open Source em IoT é justamente na questão de segurança. Já são muitas as iniciativas que visam combater as vulnerabilidades existentes na Internet das Coisas.


Benefícios do Open Source para a IoT

 

Os consumidores querem usar uma grande variedade de dispositivos de tecnologia, mas não querem se limitar a usar dispositivos de um fornecedor específico, como alguns modelos de smartwatches que só podem ser emparelhados com o smartphone do mesmo fornecedor.


Fornecedores de dispositivos IoT querem aumentar o número de ecossistemas tecnológicos nos quais seus dispositivos podem ser integrados com menores esforços e desprendimento de mão de obra, tempo e dinheiro para criar inúmeras plataformas.


Os desenvolvedores de aplicativos desejam oferecer suporte a uma ampla variedade de dispositivos sem precisar desenvolver código específico do fornecedor.


O Open Source entra neste contexto para solucionar algumas dessas questões:

 

1 – Aumento de escala

A tecnologia ganha mais alcance quando especialistas conseguem utilizá-la. Não havendo bloqueios ou um proprietário do código, fica mais fácil utilizar as informações, desburocratizando o processo.


2 – Velocidade de inovação

O Open Source promove a inovação por integração, em que os desenvolvedores criam novos sistemas combinando componentes de Código Aberto disponíveis gratuitamente.


3 – Comunidade de desenvolvedores

Como já dito, a colaboração é um ponto forte do Open Source, em que um especialista pode criar uma parte do código, que vai complementar outras já existentes.


4 – Interoperabilidade

Os sistemas variados de diferentes fornecedores conseguem conversar, quando é possível acessar as informações do código e que elas sejam aptas a serem editadas.


5 – Flexibilidade do mercado

Com os itens discutidos acima, automaticamente o mercado do IoT se torna mais flexível, colaborativo e ágil, criando soluções rápidas para os sensores conectados.


Enfim, os únicos que não se beneficiam do Open Source são os fornecedores da tecnologia que querem ter o monopólio de mercado e não pretendem abrir seus códigos para que a personalização seja realizada.

Categorias: Internet das Coisas