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Quais os desafios do Big Data no varejo?

Publicado em 17/set/2018 5:00:00

Os benefícios são inúmeros, mas saber colher e analisar os dados corretos são os principais diferenciais competitivos.

 

Quais os desafios do Big Data no varejo?

 

 

O uso do Big Data no varejo se tornou uma ferramenta importante para que as empresas conseguissem entender melhor o hábito de consumo de seus clientes e prever suas necessidades.
A partir da avaliação de dados gerados ao longo do ano sobre o perfil de cada cliente, somados aos seus comportamentos de compra online, a tecnologia é capaz de mostrar aos lojistas as tendências para um determinado período.

O Big Data traz inúmeros benefícios para o varejo, entre eles a otimização dos estoques por meio da Inteligência Artificial e Machine Learning, o aumento da satisfação do cliente - uma vez que ele vai chegar na loja e vai encontrar o que procura -; melhoria na estratégia de compra, evitando produtos encalhados em estoque; criação de campanhas de marketing certeiras para o seu público-alvo, além do mapeamento correto do estabelecimento, tendo informações dos itens mais procurados, quais as seções mas visitadas.

 

Porém, a tecnologia encontra também alguns desafios pela frente, sendo que fornecedores de Big Data e os especialistas no assunto que tratam as informações internas de cada varejo estão procurando soluções para diminuírem os gaps que vão surgindo ao longo do período de uso.

 

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Dados precisos: quais dados precisam ser coletados, filtrados e estudados para gerar diferenciação estratégica para uma loja? Essa pergunta inicia qualquer processo de implantação de Big Data nas empresas, que precisam buscar exatamente as informações que vão lhes trazer novidades na gestão.

 

Dados identificáveis: se um cliente compra por meio de um celular, o IP fica registrado. Em uma segunda compra, o mesmo cliente compra de um computador, registrando outro IP. A tecnologia implantada no sistema deve ser capaz de unificar essas informações para o mesmo cliente, criando um rastro para estudar o seu comportamento de consumo. O mesmo acontece com as formas de pagamento. Um dia paga por boleto, outro com cartão de crédito e em outra compra, com cartão de crédito de um parente. A tecnologia deve ser configurada para aceitar essas variáveis ao mesmo tempo que unifica a um cliente.


Agrupamento de dados de sistemas diferentes: são vários os sistemas que atuam de forma independente em uma empresa do varejo. No mínimo um controle de estoque, outro de faturamento que armazena as informações da compra e um CRM. Cada qual tem sua forma de arquivar os dados e deve existir uma possibilidade de se conversarem.


Segurança e conformidade: já falamos muito aqui sobre o GDPR, o regulamento da União Europeia para resguardar os dados pessoais dos seus cidadãos. Qualquer sistema de Big Data que tenha relação com essa região precisa estar adequado com a forma de manipular os dados dos clientes, garantindo especialmente a segurança e sigilo das informações.

 

Ganhar a confiança do cliente para que dê seus dados: esse desafio tem muita relação com a reputação da empresa. Problemas com clientes, reclamações em redes sociais ou canais que recebem denúncias não podem passar perto de uma organização do varejo que queira receber dados de seus consumidores. Por isso, é importante ter uma campanha de marketing bem feita, assim como atendimento em excelência e pós-venda afiado.


Usar a tecnologia a favor do negócio: de nada adianta investir em Big Data se a empresa não é capaz de usar todo o seu potencial e extrair com eficiência as informações que lhes trará diferenciação comercial. Especialmente quando se fala em tendência de compras, as mudanças são muito rápidas e os dados precisam ser trabalhados rapidamente.


Em resumo, O Big Data traz novas possibilidades para o comércio do varejo, assim como desafios. Se bem estruturado, porém, pode proporcionar um grande diferencial competitivo para o negócio.

Categorias: Big Data, Varejo