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Recuperação de desastres: como montar um plano para pequenas empresas?

Publicado em 22/mar/2019 5:00:00

Um documento por escrito é essencial para definir algumas ações.

 

Recuperação de desastres: como montar um plano para pequenas empresas?

 

 

Pesquisa recente da Nationwide, companhia de seguros americana, aponta que 68% das pequenas empresas não têm sequer um plano de recuperação de desastres por escrito e que 49% delas levariam pelo menos três meses para retomarem efetivamente suas atividades depois de um desastre natural ou invasão de hackers, que atrapalhariam o funcionamento de seus servidores.


A recuperação de desastre como serviço - Disaster Recovery as a service (DRaaS) - pode ser uma solução para esses negócios, uma vez que difere dos backups locais e online. Os backups são fundamentais e devem ser feitos, mas dependendo do tipo de incidente, podem ser danificados também.


DRaaS é uma cópia de dados de aplicações, que fica disponível para consulta e armazenada em Nuvem e que passa a ser um sistema alternativo, podendo ser acessado online, de qualquer local que tenha conexão com a internet e ajuda as pequenas empresas quando seus sistemas no escritório estão indisponíveis.


Em casos de queda de energia na região da empresa, por exemplo, é possível fazer home office utilizando o Data Center normalmente como se estivesse no escritório. Um incêndio, um vendaval, um alagamento, um curto circuito. São todas possibilidades que fogem do controle de qualquer empresário, mas que para uma empresa menor, um dia parado significa perdas significativas de faturamento no final de um ciclo.

 

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Um e-commerce, por exemplo, não pode ficar fora do ar em épocas como Dia das Mães, Dia dos Namorados, assim como grandes empresas não podem deixar de ser atendidas por falha de sistemas de seus fornecedores.


Como montar um plano de recuperação?

Pequenas empresas devem ter um documento por escrito que vai definir passo a passo de como vão se recuperar de algum tipo de incidente em seus servidores. Um Disaster Recovery tem alguns pilares que precisam servir como base para um plano eficiente:


1 – Dados duplicados: a principal função do DRaaS é duplicar os dados em um ambiente virtual distante da localização geográfica da empresa, evitando especialmente os desastres naturais.


2 – Definição de prioridades: em caso de recuperação de algum tipo de desastre, quais os arquivos que precisam ser salvos primeiro, aplicativos, planilhas, programas? Deve haver uma ordem de prioridade para que a empresa volte a funcionar o mais rápido possível.


3 – Atribuições de funções: qual o papel de cada funcionário no momento de um incidente? Qual a responsabilidade de cada um, assim como dos fornecedores de tecnologia? Esta definição deve estar por escrito e ser conhecida de todos, assim como ser atualizada todas as vezes em que há mudança no quadro de colaboradores.


4 – Inventário de ativos: quais são os aplicativos, hardwares, softwares que a empresa tem contratada? Assim como quais os telefones do suporte técnico e de atendimento ao cliente de cada item? São informações que precisam ser facilmente acessadas.


5 – Estratégia de trabalho remoto: aconteceu um incidente, como a empresas vai continuar a sua rotina, atendendo clientes, fornecedores e parceiros? No plano é preciso estar definido quais as ações de cada colaborador. Como é o trabalho home office para o período de recuperação, quais os dispositivos permitidos para acessarem as informações, quais os logins e senhas para cada usuário.


Uma pesquisa realizada pelo Aberdeen Group, de Boston, analisou a experiências das Pequenas e Médias Empresas com as suas estratégias de recuperação de desastres e aponta que aquelas que contam com uma solução DRaaS, voltam a funcionar quatro vezes mais rápido do que as outras empresas.


Enfim, para empresas de porte menor, ter uma estratégia de recuperação é fundamental para a continuidade do negócio, uma vez que os custos para salvar os dados podem ser mais altos do que o próprio faturamento da companhia.

Categorias: Segurança