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SDN: o novo conceito de virtualização de rede

Publicado em 19/set/2017 5:00:00

Entenda as principais característica da arquitetura de rede SDN e como ela pode beneficiar seus clientes na estruturação de uma infraestrutura virtualizada mais eficiente.

 

SDN: o novo conceito de virtualização de rede

Não tratamos aqui de uma tecnologia, mas de um conceito. Entendendo isso, passa a ser possível explicar que a SDN, sigla para Software-Defined Network, em português Rede Definida por Software, se trata de uma abordagem de arquitetura de rede a ser aplicada em sua construção, desenvolvimento e gerenciamento.

 

É por meio deste conceito que as empresas se tornam capazes de programar a rede de maneira central e inteligente, utilizando os aplicativos de software para alcançar os melhores resultados. Independente da tecnologia subjacente utilizada, é de importância ímpar que o gerenciamento da rede seja consistente.

 

O comportamento de rede com controle centralizado é estabelecido com base em APIs abertas, o que oferece condições para o gerenciamento mais eficiente de redes e dispositivos, independente da complexidade das tecnologias subjacentes, principal objetivo da SDN.

 

Assim, essa arquitetura oferece um controle compartimentalizado, de forma que o encaminhamento é separado e é possível que a programação seja feita de maneira mais direta. Os controles não mais se encontram ligados a dispositivos individuais de rede, mas aos acessíveis de computação, de forma que as infraestruturas sejam abstraídas para aplicações e serviços de rede, que se torna um processo lógico e virtual.

 

Vender e aplicar este recurso em empresas depende, primeiro, de compreender de que maneira a SDN permite que uma otimização personalizada seja implantada nas infraestruturas de rede. É assim que engenheiros e administradores se tornam aptos a responder rapidamente às várias necessidades da empresa.

 

O conceito de SDN depende de 4 elementos centrais e obrigatórios. São eles:

 

1- Plano de dados e plano de controle com entidades separadas

 

Apresenta inteligência de rede e estado centralizados, estabelecendo uma rede global com infraestrutura subjacente abstraída das aplicações.

 

2- Execução de plano de controle de softwares em hardwares de uso geral

 

Depende da separação entre esses hardwares e os de uso específicos, além da utilização de servidores adequados e que possam suportar a execução dos softwares.

 

3- Planos de dados programáveis

 

São os responsáveis por garantir a programação e manutenção eficiente dos plano de dados de uma entidade central.

 

4- Arquitetura específica

 

Exige que a arquitetura seja capaz de controlar não apenas um dispositivo de rede, mas toda a rede corporativa.

 

É importante destacar que a inserção dos processos de automação e virtualização da Nuvem tem causado diversas mudanças de necessidades nas empresas, aumentando as exigências em relação à velocidade dos dados. O que se busca, nesse contexto, é uma rede menos estática, que responda melhor aos objetivos dos negócios.

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Claro que aumentar a eficiência do tráfego não depende, necessariamente, da crescente digitalização de processos observada, mas acaba sendo motivada por ela e facilitada pelas tecnologias disponíveis que garantem maior flexibilidade às arquiteturas.

 

Assim, a SDN se estabelece como uma forma de lidar com as demandas criadas pela Computação em Nuvem sem depender de intervenção humana, sendo este o motivador principal para seu surgimento. Essa motivação, no entanto, não impede que o uso da SDN se restrinja à Nuvem, de forma que seus benefícios podem ser aproveitados, também, fora do ambiente virtual.

 

Ainda que o Software-Defined Network não seja algo que se possa aprender ou treinar, muitos engenheiros de rede buscam especializações por meio do aprendizado de algum tipo de programação direcionada a seu crescimento. 

 

Existem alguns elementos de destaque que funcionam como motivadores para que clientes adquiram uma arquitetura SDN e que são de grande benefício para o negócio.

 

  • Permite que a implantação e distribuição de aplicativos seja acelerada;
  • Otimiza o fluxo de trabalho;
  • Reduz os custos de TI;
  • Amplia a mobilidade de aplicativos de maneira automatizada, sob demanda e em grande escala.

Desta forma, é possível notar que esta arquitetura de rede aprimora as vantagens que a virtualização de Data Center disponibiliza, aumenta sua flexibilidade, otimizando o uso de recursos e reduzindo custos e sobrecargas na infraestrutura.

 

Toda a automatização que gera os benefícios de gerenciamento e convergência da infraestrutura de rede SDN se baseia em uma centralização das próprias políticas de TI das empresas, reunindo grupos e fluxos de trabalho de diferentes áreas e construindo uma arquitetura moderna. Assim, é possível fornecer novos aplicativos e serviços em um tempo muito menor.

 

Desta forma, vemos que SDN se coloca, no contexto da virtualização e da computação em nuvem, como o principal conceito para a arquitetura de rede para aqueles que buscam maior velocidade e flexibilidade na implantação de serviços. Com políticas e capacidades diferenciadas, é uma plataforma capaz de suprir as exigências mais específicas das redes atuais e futuras, respondendo às necessidades dos negócios de maneiras mais objetivas.

 

 

Fontes:

https://www.cisco.com/c/pt_br/solutions/software-defined-networking/overview.html

http://www.broadtec.com.br/sdn-e-um-conceito-nao-uma-tecnologia/

http://www.ciena.com.br/insights/what-is/What-is-SDN_pt_BR.html

Categorias: Virtualização, SDN, Infraestrutura de TI, Arquitetura Definida por Software, Serviços de TI