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Seguro cibernético: o que considerar antes de contratar?

Publicado em 20/abr/2018 5:00:00

Uma das avaliações necessárias é se o investimento em ferramentas de segurança no sistema não seria mais valioso.

 

 

Seguro cibernético: o que considerar antes de contratar?

Mais da metade dos ciberataques do ano passado geraram, em média, 500 mil dólares de danos financeiros para empresas de todo o mundo que foram vítimas de hackers.


O levantamento é do Relatório Anual de Cibersegurança da Cisco 2018 e esse valor inclui além das perdas de dados, também os de receita, de clientes, oportunidades e custos diretos com paralisação das atividades ou resgate das informações.


Muitas empresas, especialmente de pequeno e médio porte, fechariam as portas imediatamente se tivessem um prejuízo desta grandeza. Por isso, uma das soluções que as companhias estão encontrando é contratar um seguro cibernético.


Da mesma forma como funciona o mercado de seguro de carro, casa, empresas e vidas, o seguro cibernético é uma garantia para a continuidade do negócio mesmo depois de uma invasão, em que as seguradoras passam a ser responsáveis pelos prejuízos financeiros gerados por ataques de hackers.

 

A pergunta, porém, que muitos devem estar se fazendo é: por que contratar um seguro anti-hack ao invés de investir em ferramentas de segurança para as redes da empresa?


Realmente essa é uma boa discussão, mas se considerarmos o ponto de vista de empresas que não tem uma equipe de TI capaz de barrar as inúmeras tentativas de invasão, de empresas que não conseguem acompanhar a evolução dos ataques, que já investiram demais em soluções de cibersegurança, entre outros fatores, o seguro pode ser um alívio para esses empreendedores. Essas companhias preferem ter uma segunda retaguarda sobre seus riscos, além da equipe de TI que vai defender suas redes corporativas.

 

Panorama da Cibersegurança Global: como proteger as redes corporativas de ameaças virtuais?


No Brasil, algumas companhias seguradoras de renome já oferecem o serviço e preveem como cobertura dos incidentes desde ataques por ransomware, vírus, interrupção do sistema, divulgação de informações confidenciais, até mesmo erros ou omissões da empresa por divulgação não autorizada de informações pessoais sob sua responsabilidade e de seus provedores de serviço.


As seguradoras ainda oferecem suporte técnico de especialistas em engenharia de riscos, que ajudam os clientes a compreenderem os riscos cibernéticos, fazerem uma avaliação de suas redes e propor soluções de defesa.


É uma cobertura excelente, mas em um mercado em que o que vale é o ganha-ganha, a seguradora não vai colocar o seu próprio negócio em risco e mesmo a sua reputação, aceitando empresas que não tenham políticas claras de defesa cibernética como cliente.

 

De acordo com expectativa de uma das maiores corretoras brasileiras de multiprodutos, o mercado deste tipo de seguro está previsto para crescer entre 100% e 200% até 2019 no país. Os principais clientes são empresas de tecnologia e companhias que utilizam banco de dados de terceiros, como e-commerce, por exemplo.


O interesse pelo produto cresceu fortemente no ano passado após a devastação causada pelo WannaCry e Petya.

 


3 considerações antes de contratar o seguro anti-hack


1 - Fazer uma avaliação interna do gerenciamento de segurança da rede da empresa. Quanto mais eficiente contra ciberataques, menor o valor do seguro a ser contratado.


2 - Considerar os gaps de segurança da empresa e saber se estão listados nas Condições Gerais do contrato de seguro, estando cobertos pela apólice.

 

3 - Avaliar o investimento que será feito no seguro para saber se não seria mais valioso apostar em ferramentas tecnológicas de segurança.


Enfim, a variedade de danos que podem ser causados por um cibercrime é inúmera e cabe à empresa que vai contratar o seguro cibernético validar quais os itens que necessariamente atendem às suas necessidades e devem obrigatoriamente estar cobertas na apólice vigente.