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Seus clientes já possuem uma estratégia mobile-first?

Publicado em 12/abr/2019 5:00:00

Entenda por que os dispositivos móveis são cada vez mais importantes na relação empresa-cliente.

 

Seus clientes já possuem uma estratégia mobile-first?

 

Você já ouviu falar em mobile-first? Na verdade, o seu conceito é bem simples e se baseia em elaborar um site (ou qualquer outro ambiente virtual) primeiro para a plataforma mobile e depois ajustá-lo para a tela do computador.


Cada vez mais as pessoas usam somente o celular para fazer pesquisas, realizar transações financeiras e comprar (muito). Portanto, nada mais lógico do que ficar bem atento à estratégia de marketing direcionada aos dispositivos móveis, seja para uso interno, seja para suporte aos seus clientes.


O problema é que muitas organizações de TI tratam a estratégia de mobile-first como sendo um mero canal separado de suas ações onde depositam o mínimo de tecnologia possível.


Nesse caso, o suporte para dispositivos móveis fica limitado, o que gera menos flexibilidade e menos oportunidades de engajamento tanto de funcionários quanto de clientes. Todos perdem.


Segredos de uma estratégia mobile-first

Para dar certo num mundo dominado pela tecnologia mobile, a estratégia de marketing precisa ser bem abrangente, envolvendo segurança, gerenciamento, operações e (principalmente) engajamento.


O grande segredo está em não tratar o ambiente mobile como se fosse uma tecnologia separada nem de computação, nem de canal. Como proceder, então?


Uma estratégia mobile-first tem como principal atributo reforçar a área da computação em si e é a isso que você precisa ficar atento.


O desafio, portanto, é implantar essa tecnologia tanto em sua equipe, quanto em seus clientes, pois assim a empresa estará forçando um pensamento nativo digital que irá abranger as principais plataformas de suporte.


E o que o celular tem a ver com isso?

Nos últimos 20 anos, os dispositivos móveis passaram a fazer parte do cotidiano das empresas de uma forma ou de outra. A questão é que muitos ainda tratam essa tecnologia como adjunta de uma estratégia que foca apenas nos PCs, ou simplesmente como se fosse um ambiente paralelo, sem integração.


Esse tipo de raciocínio é prejudicial para os dias de hoje, pois boa parte das pessoas (clientes) está conectada quase que 24 horas aos seus aparelhos móveis.


A estratégia mobile-first precisa ser coesa a fim de não olhar para essa categoria como algo isolado e sim como algo amplo, que faz parte de todo um ecossistema de possibilidades. É o tipo de abordagem que tende a fazer uma transformação digital na relação empresa-cliente, facilitando a vida de ambos.

 

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Muros derrubados

Houve basicamente duas grandes ondas recentes envolvendo os dispositivos móveis. A primeira, começada no início dos anos 2000, abrangia dispositivos como o BlaackBerry e o Palm OS.


Estes dispositivos tinham como característica serem altamente proprietários, o que exigia que cada plataforma fosse o seu próprio silo, tanto para gerenciamento quanto para segurança e acessos em geral. O problema é que as plataformas eram muito limitadas.


Já a segunda onda (dos dispositivos IOS e Android) começou praticamente como proprietária e foi mudando ao longo dos anos.


Entre as mudanças está a introdução de interfaces de programação de aplicativos (APIs) para gerenciamento e segurança e a criação de aplicativos e serviços de plataforma cruzada.


Isso acabou por fornecer funcionalidades melhores aos funcionários de empresas e clientes, independente do dispositivo usado.


Revolução digital através do celular

A estratégia mobile-first se consolidou definitivamente com a segunda onda das transformações dos dispositivos móveis, ainda no final dos anos 2000.


Uma verdadeira revolução digital bateu à porta e só foi possível porque tecnologias, padrões, políticas e equipes comuns passaram a ser unificados, independente de plataforma ou dispositivo.


No entanto, você ainda precisará de especialistas que entendam cada nuance das plataformas convencionais dos computadores para que a unificação entre ações e dispositivos seja feita de maneira mais orgânica.


Nesse processo, executivos teriam que se adequar a padrões geralmente mais elevados do que seus funcionários. Afinal, a presença de diferentes sistemas e informações e a ausência de um escritório forçariam o uso de uma VPN, algo dispensável para usuários da rede em um escritório.


Também para uma abordagem nativa digital seria preciso uma única equipe de gerenciamento de endpoint, usando apenas uma ferramenta de gerenciamento em comum, além de um conjunto padronizado de políticas.


O mobile-first é o presente

Ter como foco uma estratégia mobile-first desde o início é entender como o público está se posicionando diante do mercado atual e acompanhá-lo.


Internamente, a empresa também ganha bastante, pois, além de unificar sistemas e dispositivos, consegue facilitar o gerenciamento de informações fundamentais para o seu posicionamento no mercado.


Como último conselho, apenas se lembre de avaliar o custo-benefício dessas mudanças para a sua empresa, a fim de que uma possível facilidade não saia demasiadamente cara.

 

Categorias: Mobilidade