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ShowCase Educação: Tecnologia como instrumento de mediação no processo educacional

A SYNNEX Westcon-Comstor em parceria com a Cisco Brasil, apresentou no dia quatro de agosto, o ShowCase de Educação com o tema “Tecnologia como instrumento de mediação no processo educacional’.

 

A live contou com os seguintes convidados especiais:

  • Cláudia Costin, Fundadora e Diretora do Centro de Excelência e Inovação Política Educacional da Fundação Getúlio Vargas
  • Francisco Mendes, Doutor em Educação pela USP, Mestre em Tecnologia Educacional pela UNESP e USP
  • Ricardo Santos, Mestre em Administração pela Duke University e Gerente Regional LATAM para Desenvolvimento do Mercado de Educação, Saúde e Varejo pela Cisco Systems
  • Paula Fisch, Gerente de Desenvolvimento de Negócios Educacionais pela SYNNEX Comstor.

Todos com experiência e autoridade no assunto, participaram do bate papo no painel, comentando sobre diversos aspectos relacionados à didática, desigualdades educacionais, e o processo educacional com suas futuras mudanças e transformações ao longo dos anos.  

Esse fenômeno da transformação educacional tem trazido novas formas de profissionalização para o meio acadêmico e mercado de trabalho. Devido ao cenário atual de pandemia, nas primeiras semanas da quarentena, houve um aumento de mais de 40% na procura por cursos EAD. Cada vez mais, os cursos EAD têm tido um grande destaque e procura, causa pela qual 80% dos recrutadores não diferenciam mais o modal pelo qual o indivíduo se profissionalizou, não distinguindo o presencial do EAD. O aumento no volume de cursos online oferecidos denotam o crescimento e o quão forte este mercado de educação está se consolidando.

Para entender melhor como foi essa conversa incrível, confira o conteúdo abaixo do resumo de tudo que rolou. Boa leitura!

 

1. Desigualdades educacionais

O uso de tecnologias na educação, no que tange ao ensino à distância, reduziu os índices de desigualdades na educação que prejudicava o cenário nacional. Segundo Cláudia Costin, nos quase 200 países afetados pelo novo Coronavírus, buscou-se novas formas para construção e inovação de uma base educacional para o futuro, adotando-se diferentes métodos de ensino, desta maneira, evitando o maior crescimento das desigualdades educacionais. Neste cenário, professores e alunos aprenderam a se reinventar, desenvolvendo práticas híbridas de ensino que atendam as demandas da sociedade e que deem continuidade ao processo educacional do ano letivo.

 

1.1 Desafio das instituições de ensino

Os efeitos da desigualdade escolar no Brasil vêm crescendo diante do cenário atual, colocando em evidência o distanciamento dos níveis de aprendizagem entre os grupos mais favorecidos e os de baixa renda. Francisco Mendes, com longa experiência na área educacional e de tecnologia, afirma que estamos passando por um momento único, de exceção, podendo ter uma comunicação mais rápida e dinâmica com o uso de tecnologia na educação, e que instituições de ensino podem ajudar a diminuir este distanciamento dos níveis de aprendizagem. 

Ele relembra que o conhecimento é um direito e função de todos, não cabendo apenas às instituições de ensino garantir bons resultados, mas também requer o envolvimento e esforço de toda a comunidade em prol deste bem essencial. Desta forma, é prioritário e necessário estimular os jovens, conscientizar famílias e capacitar os professores para participar do processo de educação por meio de diversas frentes e formatos de trabalho.

 

1.2 Minimizando as diferenças com a tecnologia

Segundo Ricardo Santos, é imprescindível entender como as soluções da tecnologia são fortes aliadas na resolução dos desafios do novo contexto educacional, tanto para o ensino básico, quanto para o superior. O aprendizado se tornou uma atividade que pode ser exercida de qualquer ambiente, e não mais apenas em um lugar fixo, de forma presencial.

O que era uma mega tendência, virou uma realidade (EAD). Além das ferramentas e do uso da tecnologia na educação, que ajudam os processos de aprendizagem, a instrução on-line insere uma cultura digital, que cria uma nova forma de pensar, fundamental para o aprendizado. Adequar os processos e metodologias pedagógicas para as práticas digitais são fundamentais para um ensino de qualidade.

 

2. Mudando a educação

O painel deste ShowCase inicia-se com as questões em relação às mudanças na educação, onde, em uma conversa descontraída, Cláudia e Francisco apresentam suas visões sobre as perguntas construídas.

 

2.1 Visão da sociedade quanto aos professores

Cláudia aponta o problema sobre a percepção e visão da sociedade em relação ao professor, e orienta que trabalhar a mesma para enxergar o professor como um profissional indispensável é essencial e um grande passo.

Usar a tecnologia na educação pode ser uma forma de compensar o atraso no avanço da didática. Para melhorar o ensino, precisamos aprender com o que temos de melhor, copiando as boas práticas que excelentes professores brasileiros já vêm apresentando para a sociedade.

 

2.2 Geração conectada

A entrada de uma nova geração, totalmente conectada e esperançosa por novos métodos de ensino, criativos e instigantes deve ser um fator crucial para dar o pontapé nessa ideia.

Francisco afirma que a tecnologia serve como um instrumento para estimular essa nova geração, sendo necessário dar espaço para o professor ter liberdade para criar e desenvolver novos métodos de orientar e preparar os alunos. Ele ainda aponta que, com um ambiente educacional estruturado, a tecnologia é fundamental para a inserção de novas metodologias.

 

2.3 Usando a tecnologia

Ainda no tópico, Cláudia afirma que é preciso desenvolver na mente dos alunos o senso de auto responsabilidade, no sentido de que ele mesmo é protagonista e empreendedor de sua própria vida, sendo assim, responsável  por seus sonhos. Para ela, a tecnologia na educação permite identificar lacunas na aprendizagem do aluno, reduzindo problemas graves no ensino.

Francisco complementa que, recursos tecnológicos, tais como plataformas digitais que permitam aos alunos a utilização de forma interativa, aberta e cooperativa, entre alunos, pais e professores, estimulam a mudança da educação no país.

 

2.4 Inteligência Artificial (IA)

Cláudia apresenta sua perspectiva quanto à inteligência artificial por duas perspectivas: A primeira, onde a IA substitui funções humanas — incluindo algumas que demandam de conhecimento intelectual — e a perspectiva da qual podemos usar da IA para aprimorar os conhecimentos.

O uso da tecnologia da inteligência artificial é um mecanismo que pode permitir ‘saltar’ etapas e ser usado a favor da educação, trazendo competências mais sofisticadas para o tempo em que vivemos.

 

2.5 Implementando uma plataforma virtual viável

Ricardo, da CISCO, aponta que o atual cenário comprovou/evidenciou a viabilidade do aprendizado à distância e o desafio agora é “pôr ordem na casa”, ou seja, construir uma boa infraestrutura de TI para garantir o sucesso das novas soluções de aprendizagem. Para ele, essa infraestrutura precisa ser confiável (disponível), escalável e segura. Estes três pilares compõem uma governança de TI que, equilibrada, sustenta estes novos métodos que mudarão a pedagogia.

Para não desperdiçar todo o potencial que a tecnologia pode trazer para a educação, precisamos usar das ferramentas disponíveis para termos uma experiência de aprendizagem cada vez maior e eficiente. Para tanto, como forma de reduzir a resistência por parte dos professores, não é possível tolerar invasões nos ambientes de aprendizagem e instabilidades no fornecimento dos dados transmitidos.

 

2.6 Atendendo as necessidades didáticas

Ricardo Santos afirma que a questão principal é a utilização da tecnologia certa para cada subprocesso, com todas as tecnologias seguindo os padrões já mencionados. Busca-se criar uma linguagem virtual, como por exemplo, a criação de salas virtuais, uma célula onde o aluno pode interagir com relações na comunidade de ensino-aprendizagem no ambiente digital. 

É por esse processo que teremos instrumentos de medição que avaliam o desempenho do aluno e adaptam o conteúdo digital para necessidade de aprendizagem, ajustando o currículo e os tempos das atividades para os alunos.

 

Conclusão

Paula Fisch, responsável pelo desenvolvimento da vertical de educação da SYNNEX, deixa uma mensagem importante, de que a transformação digital nos ambientes de aprendizagem não deve ser vista só como adição de novas tecnologias, mas sim, uma jornada que vai muito além, que combina vários fatores. 

O aprendizado online está em alta em todo o mundo. Muito além de uma plataforma de videochamada, as instituições de ensino necessitam de plataformas integradas para proporcionar a melhor experiência ao aluno.

A SYNNEX e a CISCO têm esse papel de possibilitar a inovação e o aprimoramento constante do processo de aprendizagem, trazendo uma transformação positiva para o sistema educacional, de forma que este processo do aprendizado seja viabilizado em qualquer lugar, hora e por meio de qualquer dispositivo.

 

Esperamos que tenha gostado do nosso conteúdo. Confira nosso blog e que por dentro de mais conteúdos interessantes como este. 

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